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Zé Trovão revela negociação com Bolsonaro e fim das paralisações de caminhoneiros

Crédito: Reprodução/TV Record

Marcos Antônio Pereira Gomes disse que caminhoneiros decidiram pelo fim das paralisações após reunião com o presidente Jair Bolsonaro (Crédito: Reprodução/TV Record)

Depois do recuo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diante da crise institucional, o caminhoneiro e youtuber Marcos Antônio Pereira Gomes, o Zé Trovão, afirmou que decidiu colocar fim às paralisações de caminhoneiros que tomaram as rodovias brasileiras nesta semana.



Além do vídeo publicado na tarde desta sexta-feira (10), o fugitivo concedeu entrevista ao Balanço Geral, da TV Record, e ao Pânico, da Jovem Pan. Gomes disse que participou de duas longas reuniões com Bolsonaro para negociar o fim da greve.

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“Estamos abrindo as barreiras porque acreditamos que o que o presidente Bolsonaro prometeu ontem na nossa reunião vai acontecer. A reunião com ele foi longa, e ele nos agradeceu tudo o que aconteceu”, declarou.

Zé Trovão segue foragido da Justiça no México após o pedido de prisão emitido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Ele diz que aguarda um pedido de habeas corpus feito por deputados federais bolsonaristas para decidir se vai entregar-se à polícia.



“Vim para o México no dia 27. Cumprir algumas coisas aqui que eu precisava e para resguardar a minha vida. Antes de sair esse mandado de prisão, eu estava sofrendo muita ameaça nas redes sociais. Eu acabei recebendo a notícia de que eu estava sendo procurado. A gente tomou as devidas precauções para que essa prisão não acontecesse, porque ela é arbitrária. Eu não aceito a minha prisão, não sou bandido. Fui orientado a não comparecer”, afirmou.

Trovão defende o impeachment de ministros do STF e viralizou em vídeos publicados em redes sociais convocando à paralisação. Ele argumentou ainda que Bolsonaro prometeu mudanças em duas semanas. “Ele (Bolsonaro) disse que nos próximos 15 dias o Brasil já vai sentir uma grande diferença no andar da nossa nação”.

Trovão alegou que sofreu ameaças de morte, que seu pedido de prisão é político e que não vai se entregar à polícia.

 

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