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Walmart sobe 34 posições em ranking e cutuca governança da Amazon

Crédito: GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/Arquivos

O Walmart se tornou case de sucesso após ter seu futuro questionado e virar a percepção dos clientes usando práticas de boa governança (Crédito: GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/Arquivos)

A última lista FutureBrand com as 100 principais marcas do mundo mostrou que o Walmart foi uma das empresas com a maior virada no modelo de negócio dos últimos dois anos. Apesar de estar atrás da Amazon, sua principal concorrente, a rede varejista mostrou que é possível repensar a estratégia comercial mesmo após anos de consolidação no mercado.

O índice é feito pela consultoria FutureBrand e lista as principais marcas do mundo com base em pesquisas e entrevistas com mais de 3 mil consumidores em 17 países. A última lista foi feita em 2018 e a recém-lançada mostrou o Walmart subindo 34 posições, saindo do 75° lugar para o 41°, enquanto a Amazon, que se tornou a principal rede de varejo online no mundo, caiu três posições no ranking, indo da 21° posição para a 24°.

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Segundo o site Fast Company, o índice de 2018 foi um sinal de que era necessário o reposicionamento da marca Walmart. E foi o que a rede fez, já que, de acordo com o relatório da FutureBrand, “a multinacional fez algo certo desde então, pois mostrou aumento significativo nas pontuações de todos os atributos”, além de uma boa governança durante a pandemia da covid-19, com cuidado especial aos funcionários em áreas de risco dos Estados Unidos. Nesse sentido, a Amazon pecou ao ver muitos de seus funcionários (quase 20 mil infectados) reclamando publicamente do tratamento dado a eles nestes meses.

Mais de 64% dos entrevistados ainda observaram que o Walmart pode avançar ainda mais nos próximos anos.

Farmacêuticas em alta

Essas foram as empresas com as maiores subidas no ranking:

  • Royal Dutch Shell – 88° em 2018; 29° em 2020;
  • Roche – 77° em 2018; 28° em 2020;
  • Oracle – 74°; 35°;
  • L’Oreal – 56°; 20°;
  • Walmart – 75; 41°;
  • Cisco – 78°; 53°;
  • Broadcom – 67°; 43°;
  • AstraZeneca – 66° na lista de 2015; 46° na de 2020;
  • Novo Nordisk – 49°; 31°
  • Sanofi – 79°; 61°;

O índice mostrou que muitas das empresas que tiveram salto na percepção de qualidade das pessoas estão no setor de saúde e que hoje elas representam um espaço que antes era privativo das companhias de tecnologia: o de inovar para melhorar a humanidade. A pesquisa foi realizada no primeiro trimestre do ano, enquanto a pandemia ainda estava no início, mas já havia essa ideia de que o setor de saúde já está dando sua contribuição ao mundo.

Enquanto isso, o Top 10 do índice com as maiores marcas do mundo ficou assim:

  1. Apple (subiu 3 posições);
  2. Reliance Industries;
  3. Samsung (subiu 6 posições);
  4. Nvidia (subiu 6 posições);
  5. Kweichow Moutai (caiu 3 posições);
  6. Nike (manteve a posição);
  7. Microsoft (subiu 5 posições);
  8. ASML;
  9. PayPal ;
  10. Netflix (subiu 5 posições).

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