Economia

Honda lança as versões 2022 da CG 160, todas redesenhadas

Crédito: Divulgação / Honda

As versões Start, Titan, Fan e Cargo das motos Honda serão mantidas em 2022, mas com algumas mudanças no desenho (Crédito: Divulgação / Honda)

Moto mais vendida do Brasil com mais de 114 mil unidades emplacadas até maio, a Honda CG 160 acaba de lançar a linha 2022. Com 45 anos de mercado, o modelo estreia com novidades em todas as versões – Start, Titan, Fan e Cargo. Os preços partem de R$ 10.520.

A CG 160 Start ganhou novo design na moldura do painel de instrumentos e na carenagem frontal, com três opções de cores: prata metálico, vermelho e preto.

A CG 160 Fan e a CG Cargo também receberam nova moldura de painel, nova carenagem de farol e laterais do tanque redesenhadas interna e externamente. Para a Cargo, a opção de cor é única, o branco, enquanto para a Fan as opções de cores são azul perolizado, vermelho e preto.

A CG 160 Titan recebeu também uma nova moldura do painel, nova carenagem de farol e de laterais do tanque, exclusivas do modelo, além de rabeta com laterais redesenhadas. A CG Titan 2022 também chega com três opções de cores:  cinza metálico, vermelho perolizado e amarelo perolizado.



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O motor monocilindro 4 tempos com sistema de comando de válvula no cabeçote OHC (Over Head Camshaft) é comum às versões Cargo, Fan e Titan. Tem exatos 162,7 cm3 , e gera a potência máxima de 15,1 cv (etanol) e 14,9 cv (gasolina) a 8.000 rpm . O torque máximo é de 1,54 kgfm(etanol) e 1,40 kgfm (gasolina), a 7.000 rpm.

O sistema de alimentação por injeção eletrônica PGM-FI incorpora a tecnologia FlexOne (Fan, Cargo e Titan), que admite uso de etanol e gasolina em proporções diferentes. Na CG 160 Start o sistema PGM-FI admite apenas o uso de gasolina no motor, que mantém as mesmas características de potência e torque dos modelos FlexOne quando alimentados com este tipo de combustível.

Desde que a Honda CG começou a ser fabricada no Brasil, mais de 13 milhões de unidades do modelo saíram das linhas de produção da fábrica da Honda em Manaus (AM). Uma história de sucesso, que confirma o acerto de decisões tomadas há quase meio século, quando a Honda optou por produzir localmente em vez de apenas importar suas motos para o mercado brasileiro.

Presente no país como importadora desde 1971, em cinco anos de Brasil, a Honda percebeu que era possível produzir localmente. Assim começou a fabricação da Honda CG 125 , considerada pela marca a líder de mercado e a preferida entre todas as motocicletas vendidas no Brasil.

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