Negócios

Venda de bebidas alcóolicas no Brasil dispara na pandemia

Crédito: Pexels

Um bom vinho pode tornar o dia dos pais mais suave (Crédito: Pexels)

Diante do isolamento social provocado pela disseminação do Covid-19, o setor de eventos paralisado e o fechamento de bares e restaurantes, o vinho e a cerveja ganharam mais espaço entre os momentos de lazer dentro da casa do brasileiro.

De acordo com dados da Ideal Consulting, e divulgados pelo G1, a comercialização mensal de vinho em julho deste ano alcançou 63,4 milhões de litros – três vezes mais que a de março, com 21,3 milhões. De janeiro a agosto, foram comercializados 313,3 milhões de litros, 37% mais ante o mesmo período do ano passado. Trata-se do melhor resultado da série histórica.



+ Rótulo de bebidas alcoólicas poderão ficar iguais às caixas de cigarro 
+ Consumo de bebidas ilegais cresce 10% na pandemia, estima Euromonitor

No entanto, o levantamento já aponta uma queda de 21% em agosto ante o mês anterior. A desaceleração do setor acompanha a abertura da economia.

Os números são referentes da venda de vinícolas para supermercados, lojas e restaurantes, somando importações. Captam a formação de estoque e não a venda na ponta.

+ Confira 10 receitas para reaproveitar ou turbinar o arroz do dia a dia


Cerveja

Em relação a cerveja, a Ambev, maior fabricante nacional e dona de praticamente três quartos do mercado, informou hoje (29) que suas vendas de cerveja no Brasil aumentaram 25,4% em volume no terceiro trimestre de 2020.


“No Brasil, em cervejas, nós tivemos uma performance consideravelmente melhor que a indústria, impulsionados pela implementação bem sucedida da nossa estratégia comercial, adaptabilidade do nosso calendário de preços e efeito líquido positivo dos subsídios governamentais no suporte à renda disponível dos consumidores, o que mais do que compensou o impacto do fechamento do on-trade que ainda está em processo de reabertura”, disse a companhia em seu balanço.