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Vacina de Oxford salvou muitas vidas, diz Queiroga ao assinar parceria com universidade

Vacina de Oxford salvou muitas vidas, diz Queiroga ao assinar parceria com universidade

Ministro Marcelo Queiroga

Por Pedro Fonseca



(Reuters) – O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira que a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com o laboratório AstraZeneca contra a Covid-19 foi responsável por salvar muitas vidas no Brasil, ao assinar carta de intenções para abertura no país de um unidade da instituição para pesquisa e educação.

A vacina Oxford/AstraZeneca, que teve estudo clínico realizado no Brasil e atualmente é produzida no país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é a mais usada contra a Covid-19 em território nacional, sendo responsável por 41,7% das doses aplicadas.

“A pandemia nos ensinou que é através da ciência de qualidade que nós vamos caminhar para ajudar a população mundial a sair de situações como essa”, disse o ministro em cerimônia de assinatura no Museu de História Natural de Oxford.

“Essa vacina foi muito importante para reduzir não só o número de casos, mas sobretudo o número de óbitos provocados pela pandemia de Covid-19”, acrescentou.



A posição de Queiroga a favor da vacina contraria o presidente Jair Bolsonaro, que frequentemente coloca em dúvida a segurança dos imunizantes e que já declarou que não irá se vacinar contra a Covid-19.

Na terça-feira, a CPI da Covid no Senado aprovou relatório final em que pede o indiciamento de Bolsonaro por nove crimes, incluindo crime contra a humanidade, ao considerá-lo o maior responsável pela tragédia da pandemia no Brasil, onde mais de 606 mil pessoas já morreram pela doença.

Queiroga também é alvo de pedido de indiciamento pelos crimes de epidemia com resultado de morte e prevaricação.

UNIDADE DE OXFORD

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil será o primeiro país do mundo a receber uma unidade de Oxford. O local será voltado para novas pesquisas, produção de vacinas, medicamentos e formação de novos pesquisadores.

“A parceria com o Brasil vai priorizar a pesquisa em saúde global, além da formação de novos profissionais na área de doenças infecciosas, pesquisas clínicas e desenvolvimento de imunizantes. A unidade brasileira terá cursos de mestrado, PhD e atualização para profissionais. O centro ainda terá as atividades focadas no desenvolvimento clínico de novos medicamentos e vacinas”, disse a pasta em nota.

O Instituto Nacional de Cardiologia (INC), no Rio de Janeiro, é um potencial candidato para sediar as atividades de pesquisa no Brasil, acrescentou.

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