Economia

Troyjo fala em negociação em moedas locais dentro do Brics

O secretário especial de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, citou a negociação em moedas locais entre os países do Brics entre os instrumentos que precisam ser desenvolvidos para aumentar o comércio dentro do bloco. Durante o Fórum Empresarial do Brics, Troyjo disse que o futuro do comércio global passa menos por tarifas e cotas e mais por padronizações e promoção comercial. “Precisamos nos promover mais nos mercados do Brics. Exageramos a importância de temas como acordos comerciais quando deveríamos estar nos promovendo”, afirmou.

No encontro, o presidente do Conselho do Bank of China, Chen Siqing, elogiou a estrutura do bloco e disse que hoje mais cedo conseguiu firmar um acordo com a Vale. O gerente-geral de Estratégia da Transnet, Irvindra Naidoo, criticou o protecionismo e disse que cadeias globais permitem a especialização da produção e a integração fabricantes. “As companhias vendem para clientes em qualquer lugar do mundo, contanto que consigam fazer dinheiro com isso. Também compram insumos de fornecedores em qualquer lugar do mundo”, completou.

Segundo Naidoo, a África tem um potencial de dobrar seu comércio nos próximos cinco anos se o continente conseguir a conectividade apropriada na região. “Vamos diminuir os custos, o que representaria um grande benefício”, afirmou. “Isso geraria um ciclo virtuoso na região e entre os Brics”, disse.

Vikramjit Singh Sahney, presidente da Sun International, citou a importância das parcerias e elogiou o setor sucroenergético brasileiro. “O Brasil desenvolveu um programa importante, os senhores são líderes em biocombustível”, afirmou.

Troyjo falou ainda que o fato da vocação brasileira e de outros países dos Brics de “ser produtor de commodities tem que ser visto como vantagem competitiva”.

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Troyjo fala em negociação em moedas locais dentro do Brics

O secretário especial de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, citou a negociação em moedas locais entre os países do Brics entre os instrumentos que precisam ser desenvolvidos para aumentar o comércio dentro do bloco. Durante o Fórum Empresarial do Brics, Troyjo disse que o futuro do comércio global passa menos por tarifas e cotas e mais por padronizações e promoção comercial. “Precisamos nos promover mais nos mercados do Brics. Exageramos a importância de temas como acordos comerciais quando deveríamos estar nos promovendo”, afirmou.

No encontro, o presidente do Conselho do Bank of China, Chen Siqing, elogiou a estrutura do bloco e disse que hoje mais cedo conseguiu firmar um acordo com a Vale. O gerente-geral de Estratégia da Transnet, Irvindra Naidoo, criticou o protecionismo e disse que cadeias globais permitem a especialização da produção e a integração fabricantes. “As companhias vendem para clientes em qualquer lugar do mundo, contanto que consigam fazer dinheiro com isso. Também compram insumos de fornecedores em qualquer lugar do mundo”, completou.

Segundo Naidoo, a África tem um potencial de dobrar seu comércio nos próximos cinco anos se o continente conseguir a conectividade apropriada na região. “Vamos diminuir os custos, o que representaria um grande benefício”, afirmou. “Isso geraria um ciclo virtuoso na região e entre os Brics”, disse.

Vikramjit Singh Sahney, presidente da Sun International, citou a importância das parcerias e elogiou o setor sucroenergético brasileiro. “O Brasil desenvolveu um programa importante, os senhores são líderes em biocombustível”, afirmou.

Troyjo falou ainda que o fato da vocação brasileira e de outros países dos Brics de “ser produtor de commodities tem que ser visto como vantagem competitiva”.

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