Economia

Tripulação de petroleiro do Irã é libertada em Gibraltar

A polícia do território britânico de Gibraltar libertou nesta sábado, 13, os quatro membros da tripulação de um navio-petroleiro do Irã.

O capitão e um oficial foram presos na quinta-feira e outros membros da tripulação no dia seguinte após a polícia de Gibraltar e fuzileiros navais britânicos tomarem o Grace 1, alegando que transportavam dois milhões de barris de petróleo para a Síria em violação das sanções da União Europeia.

O navio permanecerá detido e uma investigação segue em curso, disseram autoridades em Gibraltar em um comunicado à imprensa.

Autoridades iranianas pediram a Gibraltar e ao Reino Unido que liberem o navio e emitiram ameaças vagas de retaliação.



Na quinta-feira, o Reino Unido acusou os barcos iranianos de tentarem bloquear um superpetroleiro de bandeira britânica que estava prestes a atravessar o Estreito de Ormuz.

Teerã negou que tivesse tentado prender o petroleiro, mas a acusação complicou o transporte marítimo no Golfo Pérsico, onde as autoridades do Reino Unido elevaram o nível de ameaça para as embarcações comerciais. Os britânicos enviaram ainda outro navio de guerra para proteger as rotas marítimas.

Em um tweet, o ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Jeremy Hunt, disse ter dito ao chefe do diplomata iraniano, Javad Zarif, em um telefonema no sábado que o Reino Unido liberaria o navio se recebesse garantias de que o petróleo não iria para a Síria.

“Eu lhe assegurei que nossa preocupação era o destino e não a origem do petróleo”, escreveu Hunt. Ele acrescentou que Zarif disse a ele “que o Irã quer resolver a questão e não está buscando escalar”.

Autoridades iranianas negaram que o navio estivesse transportando petróleo para a Síria. Mesmo se fosse, dizem as autoridades iranianas, o Irã não está sujeito a nenhum embargo de petróleo imposto pelo Reino Unido ou pela Europa à Síria.

Mas a UE – à qual o Reino Unido ainda pertence – promulgou sanções proibindo a venda de petróleo bruto ao regime sírio de Bashar al-Assad em 2011, alegando que o combustível o estava ajudando a realizar violações de direitos humanos contra civis.

Fonte: Dow Jones Newswires.

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