Negócios

Tiffany e LVMH encerram disputa e fecham fusão por US$ 15,8 bilhões

Crédito: AFP

O dono do grupo LVMH, o francês Bernard Arnault, fez uma oferta de US$ 14,5 bilhões a Tiffany no início de outubro do ano passado, mas a proposta foi rejeitada (Crédito: AFP)

A joalheria de luxo Tiffany e a holding de moda LVMH (controladora da Louis Vuitton) chegaram a um acordo final de compra em US$ 15,8 bilhões. Desenrolando negociações desde o ano passado, quando modificaram algumas vezes os termos do acordo de fusão, a LVMH pagará US$ 131,50 por ação emitida (antes eram US$ 135) jogando o valuation da Tiffany para US$ 15,8 bilhões.

O preço está abaixo do que se esperava na aquisição, já que o valor de mercado da joalheria era de US$ 16,2 bilhões quando as negociações tiveram início em 2019. Segundo a CNN, o acordo também encerra uma disputa que ganharia espaço nos tribunais de arbitragem, já que a LVMH chegou a anunciar em setembro que abandonaria a aquisição – o maior negócio de bens de luxo da história.

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A desculpa do grupo LVMH era de que uma briga comercial envolvendo a União Europeia e os Estados Unidos foi a responsável pela desistência da aquisição. Em seguida, a Tiffany entrou com um processo contra a LVMH, dizendo que não havia fundamento legal na decisão e que o grupo francês havia violado suas obrigações.

Outro ponto que levantou polêmica foi uma afirmação do conglomerado francês dizendo que a pandemia da covid-19 havia danificado os negócios da Tiffany e a companhia estava receosa quanto ao benefício que a aquisição traria para o seu portfólio.

Um dos cinco homens mais ricos do mundo e CEO da LVMH, Bernard Arnault disse que o novo acordo é “equilibrado” e “permite que a LVMH trabalhe na aquisição da Tiffany com mais confiança”.

Presidente da Tiffany, Roger Farah disse que o acordo é positivo para ambos os lados. “Estamos muito satisfeitos por ter chegado a um acordo com a LVMH a um preço atraente e agora podermos prosseguir com a fusão”, comentou ele em nota.

Agora, os acionistas da joalheria precisam aprovar a fusão, o que deve acontecer ainda no começo do ano que vem.

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