Edição nº 1129 12.07 Ver ediçõs anteriores

Entrevista

Jaime Anchústegui, CEO internacional da Generali

Temos € 500 bi para investir. O Brasil está nos planos

Claudio Gatti

Temos € 500 bi para investir. O Brasil está nos planos

A seguradora italiana Generali está concluindo um ambicioso processo de reestruturação. Ela investiu € 1 bilhão nos últimos três anos para tornar os processos mais tecnológicos e eficientes. Agora, a meta é crescer 25% até 2021, apostando na Ásia e na América Latina. E o Brasil está no topo da agenda, diz Jaime Anchústegui, CEO Internacional da companhia.

Cláudio Gradilone
Edição 20/06/2019 - nº 1126

Aos 57 anos, o engenheiro agrônomo espanhol Jaime Anchústegui, CEO Internacional da seguradora italiana Generali, não esquece sua primeira viagem internacional a trabalho. Em 1994, com um ano de companhia, ele foi designado para uma empresa da seguradora no Peru. Além de ter de encarar um voo com escalas, Anchústegui ainda guarda as cartas que trocou com os familiares, todas manuscritas. “De vez em quando eu conseguia um jornal espanhol, mas hoje assisto televisão e ouço rádios da Espanha em meu smartphone”, diz ele. Essa constatação vem norteando os investimentos da Generali em tecnologia. Anchústegui fala dos desafios do setor e da importância do Brasil para a seguradora.

DINHEIRO – O trabalho de sua empresa é calcular e estabelecer um preço para os riscos. Quais riscos seu negócio enfrenta hoje?

JAIME ANCHÚSTEGUI – Somos uma das maiores seguradoras do mundo, mas nosso perfil é bastante específico. Vendemos, principalmente, seguros de vida e saúde, e produtos de acumulação para a aposentadoria. Por opção, não estamos expostos a grandes riscos corporativos e a catástrofes naturais. Também evitamos países muito voláteis. Por isso, na nossa estratégia analisamos cuidadosamente dois riscos, a queda das taxas de juros e o risco tecnológico.

DINHEIRO – A queda dos juros torna mais difícil rentabilizar suas reservas financeiras, não?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Sem dúvida. Administramos nossas reservas próprias, além dos recursos dos seguros de vida e produtos de previdência dos nossos clientes. Para tornar isso rentável, temos de saber alocar esses recursos com sabedoria. Por isso, há dois anos, criamos uma divisão que funciona como gestora de recursos para facilitar a aplicação desse dinheiro. Mas temos algumas vantagens em nossa estratégia de investimentos. Uma delas é que podemos pensar no longo prazo, e por isso podemos investir em ativos menos líquidos. Um dos nossos grandes focos de interesse hoje são os investimentos em infraestrutura ao redor do mundo. Temos investido bastante nisso.

DINHEIRO – Vocês pretendem investir em infraestrutura no Brasil?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Nossas reservas são grandes. Somando-se o dinheiro dos nossos clientes em seguros de vida e planos de previdência ao nosso capital próprio, temos € 500 bilhões para investir. É muito dinheiro. O Brasil está nos nossos planos. Porém, temos como norma investir em infraestrutura apenas em países que possuem grau de investimento, como México e Chile. Investimos bastante na infraestrutura desses países. E estamos só à espera de o Brasil recuperar seu grau de investimento para podermos alocar recursos aqui.

DINHEIRO – Essa estratégia vale para os demais países emergentes?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Sim. Somos uma seguradora europeia, então boa parte de nossos negócios e de nossas reservas estão na Europa. Porém, estamos em um momento de crescimento. Ao longo dos últimos três anos, realizamos uma reestruturação completa da companhia. Investimos pesado em tecnologia, modernizamos nossas operações, melhoramos a eficiência e a rentabilidade. Agora, queremos acelerar nossa expansão e não descartamos a hipótese de uma aquisição.

“Um dos nossos grandes focos de interesse são os investimentos em infraestrutura ao redor do mundo” (Crédito:Divulgação )

DINHEIRO – Como está sua atuação fora da Europa?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Nosso foco estratégico está em duas regiões, Ásia e América Latina. Na Ásia, por meio de parceiros, temos uma boa atuação na Índia e na China. Nesses países, nosso crescimento tem sido ao redor de 25% ao ano. Na América Latina somos líderes em nosso segmento na Argentina. No Chile, temos 10% do mercado de fundos de pensão. No futuro, queremos entrar no México, onde estivemos por algum tempo, mas de onde decidimos sair, circunstancialmente, em 2013. Agora, nossa intenção é voltar àquele país. Penso que uma estratégia sólida para a América Latina apóia-se nesses quatro pilares: Brasil, México, Chile e Argentina.

DINHEIRO – Qual a estratégia de negócios para o Brasil?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Nossa estratégia aqui tem sido muito bem-sucedida. Estamos encerrando nosso processo de reestruturação, que vem sendo conduzido pelo Antonio Cássio dos Santos. Hoje, nossa principal aposta é nos mercados de massa, atendendo clientes das classes C e C-. Para facilitar a distribuição desses produtos, fechamos parcerias com empresas com muitos clientes, como o banco BMG, a operadora TIM e a rede de varejo Novo Mundo, para podermos distribuir seguros massificados por meio desses canais. E, se houver oportunidade, não descartamos a hipótese de um crescimento inorgânico, por meio de uma aquisição. Em seguros de vida, por meio das empresas que atendemos, temos 500 mil clientes. Ao todo, temos 5 milhões de segurados. Nossa meta é chegar a 10 milhões nos próximos três anos.

DINHEIRO – Então vocês pensam em adquirir alguma empresa aqui?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Se for para acelerar nosso crescimento, sem dúvida. A empresa tem caixa, está eficiente e também está em um momento de crescimento. Porém, é preciso ver as aquisições com muito cuidado. No nosso grupo, pensamos que as empresas são o contrário das famílias. Em família, dizemos que filhos pequenos trazem problemas pequenos. Nos negócios, achamos que empresas pequenas trazem grandes problemas se forem compradas.

DINHEIRO – E fora dos mercados emergentes, qual a estratégia?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Em 2018 apresentamos um plano de desenvolvimento para aumentar em 25% os resultados operacionais até 2021. Para fazer isso, há três grandes desafios a enfrentar. Um é o dos juros. Os bancos centrais vêm mantendo os juros baixos há muito tempo e devem continuar com essa estratégia. Então, temos de diversificar os investimentos. Outro desafio é o envelhecimento da população. As pessoas estão vivendo mais tempo, e precisam de mais reservas para pagar as contas por mais tempo, o que coloca um desafio adicional na gestão dos recursos. Nossa estratégia é evitar correr riscos de mercado atrelados à demografia, mas esse é um assunto com que nos preocupamos.

DINHEIRO – E o terceiro desafio?

JAIME ANCHÚSTEGUI –É a tecnologia. Quando eu comecei no mercado segurador, havia muito menos tecnologia. Me lembro da minha primeira missão internacional. Em 1994, fui designado para a filial no Peru. Sou espanhol e queria me manter informado do que estava ocorrendo na Espanha, mas era uma dificuldade. Não havia internet, não havia smartphones e havia poucos computadores no escritório. Ainda tenho guardadas as cartas que troquei com meus pais, todas manuscritas, é claro. Muito de vez em quando, no centro de Lima, eu conseguia encontrar alguns jornais espanhóis. Hoje, em qualquer lugar do mundo eu ouço as rádios e assisto à televisão espanhola sem problemas, em meu smartphone. E se isso mudou para mim, mudou para nossos clientes também.

DINHEIRO – Os clientes estão muito mais tecnológicos e as necessidades mudaram, não?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Sem dúvida. Vejo pelos meus filhos. Tenho dois, uma filha de 23 anos que mora na Alemanha e um filho de 21 que mora na Inglaterra. São pessoas totalmente internacionais. Resolvem tudo pelo celular, estão conectados todo o tempo a todas as redes sociais possíveis e imagináveis. Eu costumo dizer que será muito difícil vender um seguro de automóvel para o meu filho, porque ele provavelmente nunca terá um automóvel. Ele vai querer se deslocar usando aplicativos. Não fará questão de carro, mas vai querer o melhor smartphone do mercado e vai exigir conectividade total todo o tempo. Isso muda tudo para nosso negócio.

“O risco de danos à imagem que existe nas redes sociais é muito elevado” (Crédito:iStock)

DINHEIRO – Quais as principais mudanças?

JAIME ANCHÚSTEGUI –No passado recente, o cliente consultava um especialista e falava com o um corretor antes de contratar os seguros. Agora, os clientes da nova geração consultam as redes sociais. O risco de danos à imagem que existe nas redes sociais é muito elevado. As informações não vêm mais dos especialistas, elas vêm das redes sociais. Nossos clientes interagem entre si de maneiras diversas. Pode ser Facebook, LinkedIn, Whatsapp. Não podemos imaginar que eles vão querer interagir com os corretores da maneira tradicional. Eles vão querer usar a mesma tecnologia.

DINHEIRO – Como enfrentar esse risco?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Nos últimos três anos, investimos € 1 bilhão para transformar o grupo em uma empresa muito mais digital e, portanto, muito mais tecnológica. E quando falamos de digitalização e tecnologia, não estamos falando apenas de administrar o negócio usando mais computadores e gastando menos dinheiro. Também estamos alterando a forma de entrar em contato e e interagir com os clientes e com as redes de venda de produtos de uma forma muito mais eficaz. Na Argentina, por exemplo, o cliente pode fazer tudo pelo celular. Tudo, desde contratar ou renovar uma apólice até notificar o sinistro. No Chile, os clientes de fundos de pensão podem fazer quase tudo pelo celular.

DINHEIRO – Isso ocorre no Brasil também?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Ainda não, mas estamos caminhando nesse sentido. O Brasil está incluído no nosso plano global de três anos. Aqui ainda será preciso fazer alguns ajustes devido à regulamentação. Nossa filosofia é que temos de nos adaptar à situação de cada país. Temos de ser brasileiros no Brasil, italianos na Itália e franceses na França.

DINHEIRO – Em nenhum desses países é possível fazer as coisas da maneira que a geração anterior a nossa fazia, não?

JAIME ANCHÚSTEGUI –Sem dúvida. Não dá para dizer que a maneira de nossos país fazerem as coisas era errada. Era a maneira certa para um outro momento. Por exemplo, eu hoje vou a um supermercado que me oferece sacolas de papel, e não de plástico. Prefiro contratar empresas que me mandam faturas por meio digital, e não em papel. Opto por empresas que usam energia renovável. Se eu faço isso, meus clientes também fazem. E nós, como empresa, temos de nos adaptar a essas novas exigências. E eu tenho uma certeza. O mundo mudou muito nos últimos dez anos, mas vai mudar muito mais nos próximos dez anos, porque a velocidade da mudança é crescente.

Segundo presidente da CCJ

Proposta sobre pacto federativo começará no Senado


Acordo vai encerrar cobrança de roaming em países do Mercosul

Fim

Acordo vai encerrar cobrança de roaming em países do Mercosul

Confira vagas em concursos públicos com salário de até 31,9 mil

oportunidades

Confira vagas em concursos públicos com salário de até 31,9 mil

Há oportunidades em concursos públicos para várias áreas de atuação e nível educacional, desde o ensino fundamental até o superior, em diversos estados

Consumidor poderá bloquear ligação de telemarketing a partir desta terça

Novidade

Consumidor poderá bloquear ligação de telemarketing a partir desta terça

Mourão diz que Previdência terá que ser discutida novamente em até seis anos

Vice-presidente

Mourão diz que Previdência terá que ser discutida novamente em até seis anos

Hackers roubam US$ 35 milhões em criptomoedas no Japão

segurança

Hackers roubam US$ 35 milhões em criptomoedas no Japão

Vazamentos na operadora de moeda virtual Bitpoint foram relatados na quinta e domingo. Empresa afirma que valores serão ressarcidos

Alan Turing, pai da ciência da computação, é o novo rosto da nota de 50 libras

Homenagem

Alan Turing, pai da ciência da computação, é o novo rosto da nota de 50 libras

O matemático, considerado o pai da ciência da computação, foi escolhido em uma lista de 989 célebres cientistas britânicos, que incluía nomes como Steven Hawking e Ada Lovelace

Entre emergentes, Brasil teve 4º maior avanço na relação dívida/PIB

Diz IFF

Entre emergentes, Brasil teve 4º maior avanço na relação dívida/PIB

Ministro diz que há 3 ou 4 aéreas low cost interessadas em entrar no País

mercado aéreo

Ministro diz que há 3 ou 4 aéreas low cost interessadas em entrar no País


Finanças


Dólar sobe 0,48% e fecha em R$ 3,75 após cinco dias seguidos de queda

Câmbio

Dólar sobe 0,48% e fecha em R$ 3,75 após cinco dias seguidos de queda

Sessão de negócios encerra com Ibovespa em queda de 0,10%

103.802 pontos

Sessão de negócios encerra com Ibovespa em queda de 0,10%


Dinheiro e Tecnologia


Netflix pode ganhar US$ 1,3 bilhão por ano caso comece a ter propagandas

Streaming

Netflix pode ganhar US$ 1,3 bilhão por ano caso comece a ter propagandas

Segundo relatório, a Netflix poderia ganhar até US$ 1,3 bilhão por ano caso tivesse uma modalidade de assinatura grátis em troca de propagandas

Tesouro americano alerta Facebook sobre possível mau uso de criptomoeda

Libra

Tesouro americano alerta Facebook sobre possível mau uso de criptomoeda


Internacional


Candidatos a premier britânico criticam comentários xenófobos de Trump

Boris Johnson e Jeremy Hunt

Candidatos a premier britânico criticam comentários xenófobos de Trump

Trump volta a atacar congressistas democratas após declarações racistas

Visando eleições

Visando eleições

Trump volta a atacar congressistas democratas após declarações racistas

ONU alerta para avanço da fome no mundo

Problema humanitário

Problema humanitário

ONU alerta para avanço da fome no mundo

Macron cobra explicações de Rohani sobre antropóloga presa no Irã

Questão internacional

Questão internacional

Macron cobra explicações de Rohani sobre antropóloga presa no Irã


Negócios


A revolução Burger King. O primeiro a cuidar de cliente insatisfeito é o CEO

GESTÃO

A revolução Burger King. O primeiro a cuidar de cliente insatisfeito é o CEO

Depois de abrir o capital no fim de 2017 e de manter um crescimento consistente nos últimos meses, a rede de fast food aposta em tecnologia e na gestão do CEO Iuri Miranda para reinar no mercado de alimentação

Gigante da cannabis medicinal chega ao Brasil. 'País está atrasado 40 anos'

Pra não esquecer

Gigante da cannabis medicinal chega ao Brasil. 'País está atrasado 40 anos'

Grandes empresas do setor de cannabis medicinal começam a chegar ao Brasil prontas para investir num mercado que pode se tornar bilionário. Basta as regras do setor ficarem mais claras


Entrevista

'A privatização é mais importante que a Previdência para dar impulso à economia brasileira'

Mark Mobius, sócio e fundador da Mobius Capital Partners

Mark Mobius, sócio e fundador da Mobius Capital Partners

'A privatização é mais importante que a Previdência para dar impulso à economia brasileira'

O gestor de recursos Mark Mobius administra fundo de US$ 200 milhões e diz que as ações brasileiras estão entre as favoritas


Mercado digital


Taboola: plataforma de conteúdo digital já atinge 1,4 bilhão de usuários

Mr. Conteúdo

Taboola: plataforma de conteúdo digital já atinge 1,4 bilhão de usuários

Taboola atinge 1,4 bilhão de pessoas distribuindo notícias e já tem 700 sites parceiros no Brasil

Saiba o que o GPA fez com seu e-commerce, que cresce 85% em 2019

Fórmula omnichannel

Saiba o que o GPA fez com seu e-commerce, que cresce 85% em 2019

Vendas por E-commerce nas redes Extra e Pão de Açúcar crescem 85% e consolidam a estratégia Omnichannel do GPA


Editorial

A reforma possível

por carlos josé marques

por carlos josé marques

A reforma possível

Sem ações adicionais no campo econômico, dificilmente a retomada se dará no ritmo desejado. Existe uma extensa lista de medidas a ser adotada de imediato para a reversão da crise e uma reportagem especial nesta edição trata a fundo o assunto. Quanto ao ânimo em voga no País, é preciso manter o otimismo


Finanças


A XP olha para outras praças

Após sucesso de evento

A XP olha para outras praças

Depois do sucesso de seu seu megaevento para investidores e agentes autônomos em São Paulo, empresa quer levá-lo para todo o Brasil

CVM aumenta fiscalização contra pirâmides financeiras e criptomoedas

Sempre alerta

CVM aumenta fiscalização contra pirâmides financeiras e criptomoedas

CVM intensifica fiscalização sobre pirâmides financeiras, em especial as que envolvem criptomoedas


Economia

O que será do FMI após Lagarde?

Disputa temerosa

Disputa temerosa

O que será do FMI após Lagarde?

Uma temerosa disputa sucessória toma conta do Fundo Monetário Internacional depois que sua diretora-executiva foi nomeada para presidir o Banco Central Europeu


Semana

Cade condena 11 empresas por cartel de trens e metrôs

Resumo dos fatos

Resumo dos fatos

Cade condena 11 empresas por cartel de trens e metrôs

Depois de seis anos de investigação, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou 11 empresas e 42 pessoas por formação de cartel em licitações públicas de trens e metrôs em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio Grande do Sul


Estilo


Do MoMA para o seu escritório

Herman Miller

Do MoMA para o seu escritório

Depois de conquistar um espaço permanente no Museu de Arte Moderna de Nova York, a grife de móveis corporativos Herman Miller investe na produção local para ampliar sua exposição no Brasil

A nova onda do chocolate gourmet

Crescimento do setor

A nova onda do chocolate gourmet

Em um movimento similar ao das cervejas artesanais, o segmento bean to bar projeta forte crescimento no Brasil


Colunas


“A reforma tributária vai aumentar a arrecadação”

Moeda Forte

“A reforma tributária vai aumentar a arrecadação”

Serafim de Abreu Júnior, vice-presidente da IBM América Latina

Bill Gates revela o segredo de Steve Jobs: feitiços

Dinheiro em bits

Bill Gates revela o segredo de Steve Jobs: feitiços

Four Seasons adere às experiências de luxo

Cobiça

Four Seasons adere às experiências de luxo

1,2 trilhão de árvores para conter o aquecimento global

Sustentabilidade

1,2 trilhão de árvores para conter o aquecimento global

Petrobras estimula concorrência no mercado de gás natural

Dinheiro em ação

Petrobras estimula concorrência no mercado de gás natural


Artigo

O transporte dos produtos que consumimos é sustentável?

Por Márcio D’Agosto e Cíntia Machado

Por Márcio D’Agosto e Cíntia Machado

O transporte dos produtos que consumimos é sustentável?


Publieditorial XP Investimentos

Descubra a maior cidade da América Latina

São Paulo

Descubra a maior cidade da América Latina

Facilidade de acesso e variedade de opções de transporte complementam os diferenciais do Centro de Convenções

Saiba como chegar ao Transamerica Expo Center

Mobilidade

Saiba como chegar ao Transamerica Expo Center

Facilidade de acesso e variedade de opções de transporte complementam os diferenciais do Centro de Convenções

Dicas de hospedagem, diversão e serviços próximos ao Transamerica Expo Center

Turismo

Dicas de hospedagem, diversão e serviços próximos ao Transamerica Expo Center


Publieditorial

Inovações na Digital Agro ampliam produção

Digital Agro apresenta:

Digital Agro apresenta:

Inovações na Digital Agro ampliam produção

Entre 11 e 13 de junho, feira voltada à tecnologia no campo vai discutir integração de soluções para aumento de resultados


Artigo

É hora de dar um gás!

Por Milton Rego, presidente da Abal

Por Milton Rego, presidente da Abal

É hora de dar um gás!

"O setor elétrico brasileiro já foi considerado um dos mais eficientes do mundo. Mas isso ficou no passado. O resultado desse desarranjo é que o preço da energia elétrica responde hoje por mais de 60% do custo da etapa primária de produção do alumínio"