Finanças

Taxas futuras de juros recuam com medidas fiscais e dólar

Os juros futuros operam em baixa nesta quarta-feira, 16, reagindo ao anúncio das metas fiscais para 2017 e 2018, fixadas em R$ 159 bilhões, e à retirada do status de observação para possível rebaixamento da nota soberana do Brasil pela Standard & Poor’s. A queda do dólar ante o real também favorece o recuo das taxas futuras.

Às 9h48, o DI para janeiro de 2019 exibia 8,04%, de 8,06% no ajuste de terça-feira. O DI para janeiro de 2020 marcava 8,77%, de 8,80%. Já o DI para janeiro de 2021 estava em 9,33%, de 9,38% no ajuste anterior. No câmbio, o dólar à vista recuava 0,22%, aos R$ 3,1674. O dólar para setembro caía 0,09%, aos R$ 3,1775.

Mais cedo, os agentes financeiros monitoraram a pesquisa de serviços de junho divulgada pelo IBGE. O destaque da pesquisa é que o volume prestado de serviços aumentou 0,3% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre do ano, interrompendo uma sequência de nove trimestres seguidos de resultados negativos.

O volume de serviços prestados teve alta de 1,3% em junho ante maio, na série com ajuste sazonal. A taxa de maio ante abril foi revista de uma alta de 0,1% para avanço de 0,5%. Na comparação com junho do ano anterior, houve redução de 3,0% em junho deste ano, já descontado o efeito da inflação.



A taxa acumulada pelo volume de serviços prestados no ano ficou negativa em 4,1%, enquanto o volume acumulado em 12 meses registrou perda de 4,7%.

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