Finanças

Taxas futuras de juros disparam com IPCA forte, risco fiscal e falta de vacina

A forte aceleração do IPCA de dezembro, de 1,35%, acima do teto das estimativas (1,27%) pressiona os juros futuros na manhã desta terça-feira, 12, juntamente com a indefinição sobre o início da vacinação no Brasil e risco fiscal diante do temor de volta do auxílio emergencial. O movimento das taxas vai na contramão do recuo do dólar ante o real e outras moedas emergentes. Às 9h11 desta terça, o DI para janeiro de 2027 subia a 7,30%, de 7,25% no ajuste de segunda-feira. O DI para janeiro de 2023 estava em 4,99%, de 4,89% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2022 subia a 3,30%, de 3,23% ontem.

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