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“Ter empresas em vários países torna a gestão mais complexa, mas é positivo em tempos de crise e qualifica a companhia”, diz CEO da Stefanini

No programa MOEDA FORTE desta semana, Carlos Sambrana, redator-chefe da ISTOÉ DINHEIRO, recebe Marco Stefanini, fundador e CEO da Stefanini. Antes de virar empresário, o geólogo paulista foi professor no Objetivo, trainee no Bradesco e trabalhou em grandes empresas como Engesa e IBM. Em 1987, fundou a Stefanini em um dos quartos da sua casa. Ao longo desses 30 anos, a companhia se transformou em uma potência que fatura R$ 2,8 bilhões por ano e é a quinta empresa brasileira mais internacionalizada, de acordo com estudo da Fundação Dom Cabral. De seus 24 mil funcionários, 12 mil trabalham nos mais de 40 países que a Stefanini atua.

Neste segundo bloco (acima), o empresário fala sobre o processo de internacionalização da companhia. A primeira experiência da Stefanini no exterior foi em uma pequena empresa, na Argentina, em 1996. Cinco anos depois, abriu operações em vários países como México, Colômbia, Peru e Estados Unidos. Em 2010, a empresa já tinha 17 operações internacionais e começou a apostar nas aquisições. Desde então, a Stefanini comprou cinco empresas no exterior com investimento inicial de US$ 90 milhões. “Ter empresas em vários países torna a gestão mais complexa, mas é positivo em tempos de crise e qualifica a companhia”, afirma.

Assista ao terceiro bloco da entrevista nesta quarta-feira (24), às 7h30.

BLOCO 1

Stefanini fala sobre a fundação e a transformação da Stefanini. O primeiro escritório da companhia tinha 38 metros quadrados, dois funcionários e uma sala de aula minúscula. Segundo o empresário, a primeira atividade da Stefanini era o treinamento com cursos de software. Hoje, além de prestar serviços em TI, a empresa está se transformando em uma integradora digital com forte presença no exterior. “Metade dos nossos 24 mil funcionários trabalha no exterior. Alguns em países como Filipinas, Romênia e Índia”, afirma.