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Startup que forma desenvolvedor e cobra após aluno conseguir emprego capta R$ 42 milhões

Startup que forma desenvolvedor e cobra após aluno conseguir emprego capta R$ 42 milhões

“Foram mais de 4.800 inscrições de pessoas interessadas em estudar na turma de janeiro, porém menos de 100 delas foram aprovadas”, informa a Trybe

A escola de desenvolvedores de software Trybe captou R$ 42 milhões por meio de aporte liderado pelo fundo Atlântico. Participaram do investimento agentes como os fundos Canary e Global Founders Capital.

O interesse dos investidores está basicamente atrelado à proposta inovadora de ensino da startup. O Modelo de Sucesso Compartilhado (MSC) prevê que o estudante não gaste com taxas ou mensalidades do curto da Trybe. Isso até que consiga um trabalho com salário de, no mínimo, R$ 3.500. O modelo já é conhecido nos Estados Unidos como Income Share Agreement (ISA).

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Mas nem todos têm acesso às aulas. Há um processo seletivo, que segundo a empresa, é “similar à de processos seletivos de universidades públicas”.

“Foram mais de 4.800 inscrições de pessoas interessadas em estudar na turma de janeiro, porém menos de 100 delas foram aprovadas”, informa a Trybe, por nota.

Matheus Goyas, João Duarte, Rafael Torres, Claudio Lensing, Marcos Moura e seus antigos sócios e equipe da AppProva, fundada pelo grupo em 2012 e adquirida pela Somos Educação em 2017, inauguraram a Trybe em agosto de 2019.

Ainda neste ano, a escola espera abrir mais nove turmas e chegar a 600 estudantes. Até 2021, a startup, que tem hubs em Belo Horizonte, São Paulo, Itajubá e Florianópolis, e atende sem posto em mais 12 municípios, projeta alcançar a marca de três mil estudantes.

Principal executivo da startup, Goyas diz, por nota, que a maior parte do aporte será usada para investir na qualidade da formação dos estudantes. “Vamos expandir conforme tenhamos segurança que nossa qualidade está melhorando”, destaca o CEO da Trybe.

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