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Startup BlueConecta desenvolve sistema que transmite conteúdo via Wi-Fi

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O roteador da BlueConecta vai ajudar as empresas a retomarem suas atividades sem a necessidade do contato e sem precisar da internet do cliente (Crédito: Reprodução)

A startup BlueConecta desenvolveu um sistema que vai ajudar os comerciantes na retomada da pandemia, momento onde o contato com as pessoas deve ser evitado ao máximo. Trata-se um sistema que distribui informações sem depender da internet do cliente, ou que demande espaço na memória do celular, por exemplo, ajudando as empresas a divulgarem seus serviços e ofertas diretamente no celular dos consumidores.

Com isso, os estabelecimentos poderão apresentar seus comércios eletrônicos, compartilhar cardápios de comidas e bebidas ou simplesmente compartilhar na rede.

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“A internet ainda é uma barreira no Brasil. Nossa solução traz aos estabelecimentos uma maneira de levar informação desafogando a internet, que fica disponível para que o cliente possa acessá-la para outras finalidades e tenha velocidade, já que estará com a banda livre”, disse por nota o sócio-diretor da BlueConecta, Wellington Oliveira.

A empresa mantém no mercado uma solução de Captive Portal acessada por 5 mil estabelecimentos, entre eles Barbacoa, Sodiê Doces, Amor aos Pedaços, Rubaiyat, Jacques Janine e Sírio Libanês.

Segundo a BlueConecta, o sistema é adaptado de acordo com a necessidade de cada projeto, além de permitir integrações a Pontos de Venda (PDV) para realizar pagamentos com carteira digital ou e-wallet.

Outra funcionalidade da ferramenta é o dashboard para acompanhar, por meio de gráficos informativos, os indicadores sobre o andamento das campanhas, além do fluxo de acesso de acordo com os dias e horários usados.

“O custo-benefício é o mais atraente em relação às ferramentas já disponíveis no mercado. Basta uma assinatura, a adesão ao roteador – em comodato – e a criação da sua campanha, que já vem com opções pré-configuradas na nossa plataforma. O investimento com a ferramenta, em geral, é custeado pelo fornecedor dos produtos, que financiavam os tabloides, e o detentor da plataforma ainda pode vender informações para a indústria por meio do compartilhamento de dados”, completou Oliveira.

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