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Sonda chinesa retorna à Terra com amostras da Lua

Crédito: Reprodução/Divulgação

A espaçonave Chang'e-5 do país coletou amostras lunares de uma planície vulcânica (Crédito: Reprodução/Divulgação)



A China pode ter chegado tarde à lua, mas quando sua cápsula cheia de rochas lunares e solo voltou à Terra na quinta-feira, ela preparou o terreno para uma nova corrida espacial nas próximas décadas. Desta vez, será uma competição pelos recursos da lua que podem impulsionar a exploração espacial mais profunda.

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A espaçonave Chang’e-5 do país coletou amostras lunares de uma planície vulcânica conhecida como Mons Rümker em uma operação de três semanas que destacou a crescente destreza e ambição da China no espaço. Foi a missão mais bem-sucedida da China até o momento. Até então, apenas os Estados Unidos e a União Soviética haviam conseguido chegar à lua.

Os chineses estão ansiosos para exibir suas habilidades técnicas e explorar o sistema solar. Como os Estados Unidos, o país tem um objetivo mais amplo de estabelecer uma base lunar que possa explorar seus recursos potenciais e servir como plataforma de lançamento para missões mais ambiciosas.




As empresas espaciais empreendedoras podem aumentar ainda mais a concorrência entre a NASA e a China. Quando a NASA ou os astronautas chineses chegarem à Lua, Elon Musk, o bilionário fundador da SpaceX, diz que enviará pessoas a Marte. Mesmo que os pronunciamentos de Musk se revelem otimistas demais, o futuro da exploração espacial pode não ser mais dominado por agências espaciais nacionais.