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Sequestradores de médicos cubanos no Quênia pedem US$ 1,5 milhão em resgate

Sequestradores de médicos cubanos no Quênia pedem US$ 1,5 milhão em resgate

Médicos cubanos participam de programa de treinamento, em Nairóbi, em 11 de junho de 2018 - AFP/Arquivos

Os sequestradores de dois médicos cubanos no nordeste do Quênia estão exigindo 1,5 milhão de dólares de resgate para libertá-los, disseram policiais e autoridades do governo.

Assel Herrera Correa, clínico geral, e Landy Rodríguez Hernández, cirurgião, foram sequestrados em 12 de abril por supostos jihadistas do grupo islâmico Al Shabab em Mandera, perto da fronteira com a Somália.

Algumas fontes dizem que os médicos foram levados para a Somália.

“Estão pedindo US$ 1,5 milhão. É o que eles querem”, disse uma autoridade queniana que pediu anonimato.

Uma fonte policial de alto escalão confirmou o pedido de resgate sem fornecer números.

Em contrapartida, o porta-voz da polícia queniana, Charles Owino, disse que não tinha essa informação.

Herrera e Rodríguez fazem parte de uma brigada médica de 101 pessoas que trabalha no país africano desde 2018 para fortalecer os serviços médicos em áreas remotas.