Edição nº 1099 07.12 Ver ediçõs anteriores

Sem tempo ruim na Tauá

Sem tempo ruim na Tauá

Construir a maior empresa de lazer e entretenimento do País. A meta parece ambiciosa, mas é o que empresário mineiro João Pinto Ribeiro, dono da rede de hotéis e resorts Tauá, definiu como objetivo para os próximos dez anos. Aos 73, ele vai investir cerca de R$ 200 milhões até 2021. O dinheiro vai ser utilizado para ampliar e modernizar suas unidades de Atibaia (foto acima), no interior de São Paulo, e de Caeté, em Minas Gerais, além de colocar em prática o mais ousado de seus projetos: construir parques aquáticos indoor, modelo que não existe no Brasil. “Viajamos para várias partes do mundo, da Turquia aos Estados Unidos, para encontrar o modelo ideal para nós aqui no Brasil”, afirmou Ribeiro, à DINHEIRO.

O plano é inaugurar um parque aquático indoor em cada resort da rede. O primeiro será na cidade do interior paulista, já no ano que vem. Em 2020, no Tauá Caeté. Em 2021, no Tauá Alexânia, entre Brasília e Goiânia. “Vamos criar algo totalmente inédito no Brasil. Nossos parques indoor terão os melhores equipamentos do mundo e garantirá que nossa ocupação se mantenha alta mesmo em dias frio, chuva, ou mesmo quando faz muito calor.” E os planos não param por aí. Ribeiro e seus dois filhos, Daniel e Lizete, que hoje comandam a administração do grupo, estão negociando a compra de uma área no Rio Grande do Sul, entre Porto Alegre e Caixas do Sul, para a construção de um novo resort. O plano de investimento em território gaúcho é de mais de R$ 150 milhões.

(Nota publicada na Edição 1097 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Cláudio Gradilone)


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(Nota publicada na Edição 1099 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Claudio Gradilone e Valéria Bretas)
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