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Seguradoras investem em produtos para entregadores de aplicativos após PL aprovado

Crédito: Roberto Parizotti/FotosPublicas

Aplicativos terão que pagar seguro durante a entrega de encomendas (Crédito: Roberto Parizotti/FotosPublicas)

Foi aprovado na última quarta-feira (1) o Projeto de Lei 1665/20 na Câmara dos Deputados, chamado de PL dos Entregadores.



De autoria do deputado Ivan Valente (PSOL/ SP), o projeto cria medidas de proteção social a entregadores autônomos de aplicativos de entrega como o pagamento de ajuda financeira por 15 dias caso o entregador pegue Covid-19 e obriga os aplicativos de entrega a contratar seguros durante o período de retirada e entrega de produtos. Ele precisa ser aprovado no Senado.  

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Este cenário abriu um novo mercado para as seguradoras do país para fazer o chamado seguro intermitente, que pode valer por uma entrega ou por dia de trabalho e pode ser contratado ou pela empresa ou pelo entregador. 

“O primeiro modelo é muito interessante para o mercado de delivery, como lojas online e restaurantes. Nele, o entregador fica protegido durante todo o período necessário para realizar a viagem. Já o segundo, é ideal para quando o entregador deseja uma proteção full time, não somente no período em que estiver trabalhando”, avalia Gabriel de Ségur, CEO da IZA Seguradora.

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O sócio da seguradora Libero, Thiago Souto, aponta que esse mercado já havia aumentado 225% neste ano e tende a crescer mais de 500% após a aprovação do PL.

Atendimento digital e poucas burocracias na contratação

Um outro ponto que as empresas já estão de olho é na facilidade de contratação e no contato direto com o entregador caso aconteça algum imprevisto. De acordo com Peterson Freitas, outro sócio da Líbero, tanto a assinatura quanto o contato com o profissional é 100% online. 

“O serviço é por mensalidade, tal qual um serviço de streaming. Sem taxa de ativação, cancelamento ou fidelidade e o entregador faz tudo pelo celular”, explicou.

Em caso de sinistro e roubo, toda a comunicação é feita diretamente através dos aplicativos disponíveis, sem a necessidade de comunicação com corretores ou com a empresa. O entregador pode entrar em contato direto com a seguradora. 

Apesar disso, o Projeto de Lei obriga as empresas a cobrir acidentes que envolvam acidentes pessoais, invalidez temporária ou permanente e morte. A IZA e a Libero oferecem estas coberturas em apólices que variam entre R$ 25 mil e R$ 30 mil. 


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