Economia

Secretário defende Estado menos intervencionista para retomada do emprego

O secretário de Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), Carlos da Costa, defendeu nesta segunda-feira, 11, durante almoço-debate realizado pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais), um Estado menos intervencionista para garantir a retomada do emprego. “Tenho ouvido de associações, vocês estão fazendo tudo certo, mas o que governo vai fazer para aumentar crescimento e emprego? Tenho tido uma resposta simples: em primeiro lugar, fazer menos. Não peça para governo fazer mais”, disse, para depois completar: “Precisamos de menos governo, mais espaço para setor privado, mais liberdade. E não mais governo. Precisamos retirar governo de várias áreas em que ele atua.”

Ele pontuou que, onde o governo ficar, terá que ser “mais eficiente e mais focado”.

O secretário destacou ainda que um dos objetivos de sua pasta é levar o Brasil da posição 124º para a lista dos primeiros 50 no ranking de Doing Business.

Ele salientou ainda que o governo elabora um plano específico para a Amazônia (Plano Dubai), “respeitando a Zona Franca”, e outro para o Nordeste.



No primeiro, disse, a equipe econômica quer “incentivar o que faça sentido na Amazônia”, como bioeconomia e turismo.

No segundo, disse que quer estimular a produtividade no Nordeste “com menos governo”. No quesito competitividade, disse ainda que o governo estuda abrir o mercado de engenharia no Brasil.

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O secretário disse que o governo pretende, com uma série de medidas provisórias (MPs) e decretos que serão divulgados nesta segunda-feira, acelerar “ainda mais” o crescimento do emprego. Segundo ele, o governo já conseguiu criar vagas neste ano, “sem voo de galinha e sem violência empresarial”.

E reiterou que o objetivo da equipe econômica é cumprir a promessa do presidente Jair Bolsonaro de “tirar o Estado do cangote do empresário”.

O governo tem marcado para esta segunda-feira Cerimônia de lançamento do Programa Verde Amarelo, voltado para o emprego, às 17 horas, no Palácio do Planalto.

Startups

O secretário disse também que, em “uma ou duas semanas”, o governo deve levar ao Congresso o projeto do marco regulatório das startups. Segundo ele, o objetivo é tornar o Brasil um dos mais interessantes para esse tipo de negócio.

Costa afirmou que o projeto já estava pronto, mas que o ministro da Economia, Paulo Guedes, quis alterações para que o texto ficasse “mais ousado”. “Nós apresentamos (o texto), todo mundo achou ‘que maravilha’, mas o ministro Paulo (Guedes) disse que não estava satisfeito e que achava que tínhamos que ser mais ousados ainda. Ele falou ‘briga, vamos lá, temos que ser mais ousados’. Estava pronto, mas fomos instados por Guedes para sermos mais agressivos”, comentou.

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