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“Se a SAP não tivesse se reinventado e investido na nuvem, seria um terço do que é hoje”, diz Cristina Palmaka, CEO da SAP no Brasil


Carlos Sambrana, redator-chefe da ISTOÉ DINHEIRO, entrevista Cristina Palmaka, CEO da SAP no Brasil. A executiva ocupou cargos de liderança em empresas como Microsoft, HP e Philips. E, desde 2013, comanda a subsidiária brasileira da SAP, empresa de tecnologia alemã que desenvolve softwares para o mundo corporativo. A companhia é uma gigante que, mundialmente, vale mais de US$ 137 bilhões. No Brasil, Cristina tem o desafio de convencer os 11 mil clientes da companhia no País de que a era da indústria 4.0 chegou.

Neste terceiro bloco (acima), a executiva fala sobre a aposta da SAP em soluções para a nuvem. Segundo ela, há sete anos, ainda eram bem incipientes as oportunidades da indústria buscando essa tecnologia. “Hoje, a SAP faz uma abordagem bem completa com ampla facilidade nas soluções em nuvem.“Se a SAP não tivesse se reinventado e investido na nuvem, seria um terço do que é hoje”, diz.

O quarto bloco será publicado nesta quarta-feira, 2 de novembro, às 7h30. Assista abaixo ao dois primeiros blocos da entrevista.

Bloco 2- Cristina fala sobre a importância do laboratório da SAP no Brasil, que virou um polo mundial da empresa no agronegócio, projetos de co-inovação e as infinitas possibilidades garantidas pela tecnologia. “Vamos dar poder para as máquinas e, tudo o que for repetitivo, elas farão melhor que a gente”, afirma Cristina. “Mas a gente precisa estar no controle. A parte humana, da criatividade e da empatia o ser humano vai continuar fazendo”, completa.

BLOCO 1 – A executiva diz que ainda tem um grande caminho para a indústria 4.0 no Brasil, porém, as empresas brasileiras já estão percebendo as vantagens da digitalização dos processos. “Todas as empresas estão olhando para a indústria 4.0. Quem não olhar, não sobreviverá”, afirma.