Edição nº 1079 20.07 Ver ediçõs anteriores

Saúde sem susto

Saúde sem susto

Se existem setores promissores no Brasil, um deles, com certeza, é o de saúde privada. A falência do sistema público de saúde e os reajustes abusivos dos planos de saúde estão criando uma nova categoria intermediária: o de consultas e exames a preços populares. Uma prova disso é a Labi Exames, de São Paulo. Fundada pelo executivo Marcelo Noll (acima, à dir.) e pelo médico Octavio Fernandes, ambos ex-Dasa, a rede tem como missão facilitar o acesso à saúde a preços baixos. A meta da empresa é atender cerca de 3 milhões de pacientes por ano em 2022, com um tíquete médio de R$ 100. Com isso, a empresa alcançará faturamento de R$ 300 milhões. “Estamos navegando em um mar nunca antes navegado, mas estamos confiantes que estamos no caminho certo”, afirma Noll.

(Nota publicada na Edição 1052 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Rachel Rubin e Machado da Costa)


Mais posts

O voo da Avianca

Apesar de a greve dos caminhoneiros ter afetado o PIB, de o dólar ter se valorizado frente ao real e de o preço do barril de petróleo [...]

Quem vai mandar na Cielo?

A saída do executivo Eduardo Gouveia do comando da Cielo, empresa de adquirência do Banco do Brasil e do Bradesco, pegou o mercado de [...]

Ligado na marca

O executivo português Miguel Setas, presidente da empresa de energia EDP Brasil, enxergou nos postos de recarga de carros elétricos a [...]

Uma luz no fim do túnel?

Números da consultoria de recrutamento PageGroup permitem nutrir um otimismo com a trajetória da economia nos próximos meses. Em junho, [...]

Singularity e HSM juntas no Brasil

A Singularity University (SU), criada há nove anos por Ray Kurzweil e Peter Diamandis, no Vale do Silício, está próxima de anunciar uma [...]
Ver mais
X

Copyright © 2018 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.