Edição nº 1108 15.02 Ver ediçõs anteriores

Resposta instantânea

Dan Balter, empreendedor e especialista no ecossistema de startups de Israel

Resposta instantânea

O que o Brasil pode aprender com Israel na questão do desenvolvimento de startups?
É comum em Israel aceitar que algo falhou e que as falhas fazem parte de um processo de aprendizado. Você não consegue investimentos em sua empresa se não provar que aprendeu com os erros. No Brasil, se você falha como empreendedor, fica marcado como “aquele que falhou”.

O Brasil tem presenciado o crescimento de startups do setor financeiro. Ainda há espaço para que mais empresas desse ramo prosperem no País ou as fintechs são uma moda passageira?
É claro que existe espaço. Grande parte das fintechs que surgem no mercado fazem mais do mesmo. Ou seja, atuam com serviços que já existem. A empresa que conseguir unir diversos serviços em uma só plataforma e dar ao consumidor uma experiência mais satisfatória do que a que ele tem nos bancos, será a que terá sucesso.

(Nota publicada na Edição 1082 da Revista Dinheiro)


Mais posts

Spotify quer ser o YouTube do som

Ao comprar a produtora Gimlet Media, que abriga podcasts populares como Reply All e Science Vs, e o aplicativo e plataforma Anchor, um [...]

O novo pediatra de seu filho se chamará IA

Equipe de pesquisadores, a maioria vinculada a instituições de China e Estados Unidos, publicou na segunda-feira 11 na revista [...]

Incubadora de curtas-metragens da Pixar nasce arrebentando

Há um mês, no dia 18 de janeiro, a Pixar lançou oficialmente seu projeto que muito se assemelha a uma incubadora de startups, o [...]

“Primeiro, melhor e obrigatório”

Shawn Layden, chefão da área de games da Sony, dando a receita para o predomínio da empresa (Nota publicada na Edição 1108 da Revista [...]

Inteligência artificial sob olhar dos CEOs

(Nota publicada na Edição 1108 da Revista Dinheiro)
Ver mais
X

Copyright © 2019 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.