Edição nº 1071 25.05 Ver ediçõs anteriores

Resposta instantânea

Leo de Biase, CEO da ESL Brasil, organizadora de eventos de e-sports

Resposta instantânea

O Brasil é o principal mercado de jogos eletrônicos na América Latina. Como o País está posicionado em uma escala global?
Em questão de receita, ainda somos muito pequenos. Isso, no entanto, não impede que o Brasil ganhe reconhecimento como um mercado estratégico para as empresas do setor.

Quais são os obstáculos que ainda dificultam esse crescimento brasileiro?
Impostos, legislação e a situação econômica. O jogador brasileiro já possui uma média de idade abaixo da mundial. Isso acaba fazendo com que o poder aquisitivo dele seja menor. Há ainda a questão econômica. Os brasileiros têm cada vez menos dinheiro para gastar com entretenimento.

Qual a grande tendência dos e-sports para 2018?
O começo do ano já indica que teremos mais empresas se aventurando nos esportes eletrônicos. Além disso, eventos internacionais vão continuar proporcionando um número cada vez maior de oportunidades para novos investimentos.

(Nota publicada na Edição 1056 da Revista Dinheiro)


Mais posts

Viagem por US$ 1

O empreendedor americano Elon Musk quer cobrar apenas US$ 1 pelas passagens do transporte subterrâneo que está sendo construído pela [...]

Da Casa Branca ao streaming

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama e a ex-primeira dama Michelle Obama fecharam um acordo com o serviço de streaming [...]

Multa ou esmola?

O Spotify aceitou um acordo judicial e terá que pagar uma multa de US$ 112,5 milhões por ter oferecido músicas ilegalmente em seu [...]

Prejuízo digital

(Nota publicada na Edição 1071 da Revista Dinheiro)

A bilionária dona da Nokia

Dois anos depois de trazer a Nokia de volta ao mercado de celulares, a empresa finlandesa HMD Global agora tem valor de mercado [...]
Ver mais
X

Copyright © 2018 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.