Finanças

Disparada do ouro não dá trégua e leva a nova máxima histórica

Crédito: Istara/Pixabay/Divulgação

O ouro com entrega prevista em fevereiro avançou 1,43%, a US$ 1.866,5 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Crédito: Istara/Pixabay/Divulgação)

Por mais uma sessão, o ouro voltou a fechar o dia em alta nesta quinta-feira, 6, renovando novamente sua máxima histórica, com ajuda do quadro global incerto e do baixo rendimento dos títulos públicos americanos.

Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para dezembro fechou em alta de 0,98%, a US$ 2.069,4 por onça-troy.

Ao longo do dia, bateu na máxima de US$ 2.081,8 por onça-troy.

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A escalada do metal precioso, considerado um investimento para momentos de cautela, segue galopante no exterior, na medida em que ainda há muita incerteza no mercado diante da crise do novo coronavírus e seus impactos sobre a atividade global, além do avanço incessante da doença.

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Os juros rendimentos dos Treasuries, ativos também considerados portos seguros no sistema financeiro, são outro apoio ao rali, já que investidores buscam retornos melhores nesta commodity.

Mas analistas pontuam que uma queda significativa para o ouro pode acontecer a qualquer momento, justamente pela valorização de mais de 30% em 2020.

“O aumento do preço está excessivo e, portanto, reveses graves são possíveis a qualquer momento. No final de julho, por exemplo, o ouro caiu US$ 70 em poucas horas”, alerta Carsten Fritsch, do Commerzbank.

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