Quinto Andar sobe de patamar: US$ 1,1 bi

Quinto Andar sobe de patamar: US$ 1,1 bi

A startup brasileira de locação de imóveis residenciais Quinto Andar agora é uma empresa bilionária. De acordo com o site Brazil Journal, a companhia fundada por Gabriel Braga (à dir.) e André Penha (à esq.)recebeu, na segunda-feira 26, um aporte de R$ 250 milhões e aumentou sua avaliação privada para US$ 1,1 bilhão. A captação foi liderada pela General Atlantic e teve também investimentos dos fundos Kaszek Venture e Qualcomm Ventures, além das empresas Ruane, Cunniff & Goldfarb e QED. O dinheiro vai ajudar na expansão e na consolidação do serviço no mercado nacional, deslocando recursos para as operações nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Goiânia, Porto Alegre e Curitiba. Fundada em 2012, a Quinto Andar já havia recebido outras quatro rodadas de captação que somaram US$ 20,8 milhões.

(Nota publicada na Edição 1098 da Revista Dinheiro)

Veja também
+ Até 2019, havia mais gente nas prisões do que na bolsa de valores do Brasil
+ Geisy reclama de censura em rede social: “O Instagram tá me perseguindo”
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Nicole Bahls já havia sido alertada sobre infidelidade do ex-marido
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Chef playmate cria receita afrodisíaca para o Dia do Orgasmo
+ Mercedes-Benz Sprinter ganha versão motorhome
+ Anorexia, um transtorno alimentar que pode levar à morte
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Yasmin Brunet quebra o silêncio
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago




Sobre o autor


Mais colunas e blogs


Mais posts

Ver mais

Copyright © 2021 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.