Economia

“Queremos democratizar a filantropia”, diz CEO da BrazilFoundation

Crédito: Divulgação / BrazilFoundation

Segundo a CEO da entidade, Rebecca Tavares, o objetivo é tornar a filantropia um movimento acessível (Crédito: Divulgação / BrazilFoundation)

A filantropia geralmente é vista como um ato para pessoas com maior poder aquisitivo. A BrazilFoundation, ONG que incentiva projetos sociais, quer mudar essa visão no Brasil. Segundo a CEO da entidade, Rebecca Tavares, o objetivo é tornar esse movimento acessível.

“Queremos democratizar a filantropia no Brasil. Queremos mostrar que esse tipo de ação social pode ser feito por todos, não só por empresas e celebridades. Nosso novo projeto prevê doações recorrentes de valores como R$ 50 por mês”, conta Rebecca em Live transmitida pela IstoÉ Dinheiro nesta segunda-feira (05), que você pode assistir aqui.

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Recentemente, a ONG também lançou a possibilidade de doações com cartão de crédito. O programa está sendo bem aceito e a expectativa é ter, até o final do ano, no mínimo 500 pessoas fazendo doações recorrentes nesse formato.

“Hoje, recebemos R$ 14 mil por mês de doações recorrentes. Queremos aumentar esse movimento. Estamos abrindo uma nova campanha para o setor privado em que a empresa abre uma parceria com os funcionários para criar um vínculo onde os dois doam”, explica.

De acordo com a CEO, as empresas dos Estados Unidos e Europa já têm um tempo maior de experiência de filantropia empresarial. No Brasil o movimento ainda está se consolidando, com cerca de 15% das companhias com algum projeto de filantropia.

“Existe o incentivo fiscal para as empresas que criam esses programas, o que ajuda o setor. Queremos expandir esses incentivos para as pessoas físicas também. Temos um diálogo com o governo do Rio de Janeiro para facilitar essas doações, inclusive de pessoas de outros países”, ressalta Rebecca.

A BrazilFoundation abre, a cada dois anos, um processo de seleção de projetos para ajudar financeiramente e com mentorias. Neste ano, a fundação recebeu 1.700 propostas e escolheu 25 destes programas. Também há a criação de editais específicos para cada ano, que podem ser regionais ou temáticos.

Combate ao coronavírus

Para ajudar comunidades mais vulneráveis durante a pandemia, a ONG arrecadou R$ 12 milhões no primeiro semestre de 2020. O valor é maior do que a entidade geralmente levanta durante todo o ano.

“Estamos usando esse dinheiro para enviar cestas básicas, máscaras, álcool em gel e produtos de higiene para as comunidades. Mais de 136 mil pessoas já receberam apoio deste projeto. O fundo criado pela modelo Gisele Bündchen na nossa fundação também está ajudando muito nesse momento”, finaliza.

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