Coluna

Produção industrial cai 1,1% em 2019 e interrompe dois anos seguidos de alta

Crédito: Antônio Gaudério

No ano passado, a produção industrial brasileira registrou queda de 1,1%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O recuo indica a interrupção da sequência de dois anos consecutivos de alta no setor. Em 2017, o índice havia subido 2,5%, enquanto em 2018 o avanço foi de 1%. Já em dezembro do ano passado, a produção industrial teve redução de 0,7% na comparação com novembro, o que representou uma queda bem acima da que era esperada pelo mercado, que estimava recuo de 0,5%. Em relação a dezembro de 2018, o baque foi ainda maior: 1,2%, ou 50% acima do que indicavam os especialistas (0,8%). Os resultados mostram que a indústria nacional registrou quedas tanto no fechamento do quarto trimestre de 2019 (-0,6%) quanto no acumulado do segundo semestre (-0,9%), ante os mesmos períodos de 2018. Os setores com as perdas mais significativas foram os de máquinas e equipamentos (-7%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,7%).

GOL e American Airlines anunciam acordo

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Na terça-feira 4, a Gol e a American Airlines anunciaram um novo acordo de codeshare, termo pelo qual é conhecido o compartilhamento de voos. Com a união de forças, as duas companhias passarão a oferecer a maior quantidade de voos diários entre a América do Sul e os Estados Unidos. Principal empresa brasileira do setor, a Gol transporta 36 milhões de passageiros por ano e opera 750 voos diários para mais de 100 destinos. Já a American Airlines — uma das maiores do mundo — atende a mais de 200 milhões de passageiros anualmente, com 6,8 mil voos diários para mais de 360 destinos. “A GOL e a American Airlines são duas das principais companhias aéreas no Brasil e nos EUA. Juntas, oferecerão a melhor experiência aos clientes, com o maior número de voos e destinos entre as Américas”, disse Paulo Kakinoff, CEO da Gol. Quando concretizado, o acordo permitirá aos passageiros da Gol viajar a 30 novos destinos nos Estados Unidos.

Vendas por comércio eletrônico caem 28% em dezembro

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Mesmo com o Natal, dezembro foi um mês ruim para o e-commerce nacional.
O setor apresentou redução de 28%, em relação ao mês anterior. O faturamento no período também não foi nada bem, com queda de 38%. Os números constam do índice MCC-ENET, elaborado pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em parceria com o Movimento Compre & Confie. O Secretário Executivo da camara-e.net, Felipe Brandão, aponta o sucesso das vendas no mês anterior como a explicação para as quedas em dezembro. Ele destaca que “promoções atrativas da Black Friday também podem ter impulsionado a antecipação das compras de Natal, o que justifica a queda do faturamento em dezembro”. Os dados do MCC-ENET mostram que, no último trimestre de 2019, quase 14% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra no ambiente digital, o que representa uma alta de 2,4% em relação ao trimestre anterior, e 4,2% na comparação com o mesmo período de 2018.

Coronavírus faz bolsa chinesa perder US$ 400 bilhões em um dia

Vincent Yu

A volta do Ano Novo chinês foi caótica para o mercado acionário do gigante asiático. Na segunda-feira 3, após uma semana de recesso, as bolsas chinesas reabriram em meio a temores cada vez maiores em relação aos efeitos do coronavírus na economia mundial. Ao todo, 26 países já confirmaram casos da doença e uma morte foi registrada fora da China, nas Filipinas. Resultado: o índice Xangai teve queda de 7,72%, em seu maior tombo diário desde 2015. O índice Shenzhen, que é menos abrangente, registrou queda ainda maior, de 8,41%. Traduzindo os números, isso significa que as bolsas chinesa perderam, em um único dia, assombrosos US$ 400 bilhões (quase R$ 1,7 trilhão). Enquanto isso, em outros países, incluindo o Brasil, as bolsas tiveram dias de leve recuperação, compensando parte das perdas da semana anterior. Como a bolsa chinesa ficou fechada durante alguns dos dias mais tensos desde o surgimento do coronavírus, o mercado acionário da segunda maior economia do planeta reabriu com um acúmulo de quedas que não tinham sido concretizadas. E os investidores de todo o mundo continuam bastante tensos. Afinal, ninguém sabe o tamanho do estrago que o coronavírus ainda pode fazer na economia global. Na quarta-feira 5 já eram quase 560 mortes na China e cerca de 28 mil pessoas infectadas.

Huawei entre as 10 marcas mais valiosas do mundo

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Acaba de ser divulgado um estudo que mostra, pela primeira vez, a chinesa Huawei entre as 10 marcas mais valiosas do mundo. O relatório foi elaborado pela consultoria britânica Brand Finance, líder global em avaliação e estratégia de marcas. Intitulada Brand Finance Global 500 2020, a pesquisa aponta a Huawei como uma das três companhias chinesas na lista e única do setor de tecnologia do gigante asiático. No atual estudo, a marca aparece com valor de US$ 65 bilhões, o que indica um crescimento de 4,5% em relação ao ano anterior. “O 5G, claramente a próxima grande oportunidade para o setor de telecomunicações, está atraindo uma forte concorrência, com a Huawei expandindo-se para mercados antes cobertos por fornecedores ocidentais”, destaca o relatório. O país com o maior número de companhias na lista são os Estados Unidos, que tem 205 empresas (45,4% do total), somando US$ 320 bilhões de valor em marcas. A China vem em segundo lugar: são 70 corporações (quase 19%), com valor combinado de marcas de US$ 133,4 bilhões.

Fundos imobiliários ganham 427 mil investidores em 2019

Os Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) entraram para valer na vida dos brasileiros. No ano passado, 427 mil pessoas físicas passaram a investir nos FIIs negociados na Bolsa de Valores. De acordo com os números divulgados na segunda-feira 3, o ano passado fechou com quase 633 mil investidores em fundos imobiliários, mais do que o triplo dos 200 mil registrados em dezembro de 2018. Com isso, as pessoas físicas já respondem por 72% de todo o volume negociado em FIIs na B3. Segundo especialistas, a explicação é a queda dos juros, que leva os investidores a terem mais disposição para correr riscos. A retomada dos lançamentos no setor da construção civil também ajudou.

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