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Presidente da Comissão Europeia rebate críticas sobre estratégia de vacinação

Presidente da Comissão Europeia rebate críticas sobre estratégia de vacinação

A Presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, dirige-se aos legisladores europeus durante a apresentação do programa de atividades da Presidência portuguesa em sessão plenária no Parlamento Europeu em Bruxelas, a 20 de janeiro de 2021. - POOL/AFP

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, rebateu neste sábado (6) as críticas segundo as quais a UE teria demorado muito a concluir os acordos de pedidos de vacinas com as empresas farmacêuticas.

As dificuldades na obtenção de vacinas contra a covid-19 na Europa estão relacionadas com o fato de que “existe uma escassez mundial de componentes importantes para a fabricação de vacinas”, afirmou em um artigo publicado no jornal Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung.

“Se todos tivéssemos sido conscientes naquele momento dos riscos que cercavam o início da produção em larga escala, então teríamos moderado as expectativas de uma vacinação rápida”, afirmou, ao reconhecer que este problema é “doloroso” devido às grandes expectativas dos europeus.

As declarações foram publicadas em meio a uma onda de críticas na Europa pela lentidão da campanha de vacinação iniciada após o Natal e pelo cansaço dos cidadãos após meses de restrições.

Von der Leyen, que na sexta-feira recebeu o apoio da chanceler alemã, Angela Merkel, e do presidente francês, Emmanuel Macron, garantiu que a decisão dos países do bloco de pedir doses juntos era “a correta”.

E garantiu que a União Europeia enfrentaria, sem dúvidas, novos problemas devido à detecção de variantes do vírus.

“Nos preocupamos com estas mutações”, advertiu, embora “felizmente” todos os indícios mostram até agora que “nossas vacinas são igualmente eficazes contra estas variantes”.

“Devemos desde já nos preparar para um cenário onde o vírus não poderá ser suficientemente destruído com as atuais vacinas”, alertou.

Bruxelas trabalha “sem demora” com “a indústria e a ciência” para “desenvolver, autorizar e produzir vacinas contra as futuras variantes”, conclui Von der Leyen.

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