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Presidente da Anfavea acredita que a moratória da Argentina vai dar mais previsibilidade aos negócios

Crédito: Gabriel Reis

Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea: "A manutenção dos empregos depende da retomada do mercado, que depende da gestão correta da crise no Brasil" (Crédito: Gabriel Reis)

Nem todos os empresários e executivos enxergam a moratória da Argentina sentimento de pré-apocalipse. Para Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, associação que representa as montadoras no País, a renegociação a dívida e o alongamento dos prazos de pagamento podem ser encaradas como iniciativas positivas para os negócios. “A moratória da Argentina termina com as especulações sobre a capacidade do país cumprir o acordo. De um lado, obviamente, isso é ruim, mas, por outro, cria uma “previsibilidade”, abrindo espaço para a recuperação do país”, afirma.

Segundo o presidente da Anfavea, as dificuldades do país vizinho já estavam precificadas pelas montadoras brasileiras. “Na nossa revisão de previsões 2019, anunciada em julho, já havíamos reduzido os volumes de exportação em função da crise da Argentina. Ainda é cedo para se quantificar possíveis novos impactos no nosso setor.”

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