Edição nº 1137 09.09 Ver ediçõs anteriores

Poderoso chefão?

Poderoso chefão?

O escândalo do uso indevido de dados de 87 milhões de usuários do Facebook segue rendendo novos episódios. Dessa vez, a startup americana Six4Three entrou com uma ação em um tribunal da Califórnia, nos Estados Unidos, acusando o CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, de ter chefiado todo o esquema. De acordo com o jornal britânico The Guardian, a startup apresentou e-mails que provariam que a gigante americana trabalhou ao lado da consultoria britânica Cambridge Analytica para obter e usar os dados. “As evidências demonstram que o escândalo da Cambridge Analytica não foi resultado de mera negligência do Facebook”, afirma o documento. Em sua defesa, a companhia de Zuckerberg negou as acusações e estuda entrar com um recurso no processo para solicitar que as provas permaneçam em sigilo.

(Nota publicada na Edição 1072 da Revista Dinheiro)


Mais posts

Mais uma barbeiragem de Musk: agora no espaço

Depois de arrumar encrencas com a poderosa Securities and Exchange Commission (SEC) – regulador financeiro americano – e ter seus [...]

Didi começa a testar táxi autônomo

Gigante do serviço de mobilidade, a Didi – no Brasil dona da 99 – começa a operar uma frota de carros autônomos em Xangai. Até o ano [...]

Samsung volta à carga com celular dobrável

Depois do fiasco que foi a tentativa de lançar, no primeiro semestre, seu smartphone dobrável – os primeiros jornalistas a testar o [...]

Zao, o app para criar deepfakes viraliza na China

Um aplicativo chinês que permite aos usuários trocar de rosto (a partir de uma ou poucas fotos) de maneira convincente com personagens de filmes rapidamente se tornou um dos mais baixados do país. Mas trouxe na esteira uma discussão sobre privacidade – em nome de estampar a própria imagem em vídeos de Leonardo DiCaprio e […]

Hackearam o Twitter do fundador do Twitter

Fundador e CEO do Twitter, Jack Dorsey teve sua conta no aplicativo hackeada. A descoberta ocorreu quando apareceram postagens ofensivas – referindo-se a prostitutas, judeus, negros – que deixaram atônitos os 4,2 milhões de seguidores do executivo. A empresa informou que a conta havia sido invadida e estava investigando o corrido. As postagens foram apagadas. […]

Ver mais