Finanças

Petróleo fecha em queda, após DoE divulgar recorde nos estoques dos EUA

Os contratos futuros de petróleo inverteram os ganhos do início do dia e fecharam em baixa nesta quarta-feira, 1, com os investidores reagindo aos dados de estoques semanais do Departamento de Energia (DoE) dos Estados Unidos.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para abril fechou em queda de 0,33%, a US$ 53,83 por barril. Já o petróleo tipo Brent para maio, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 0,27%, a US$ 56,36 por barril.

Nesta quarta-feira, o DoE informou que os estoques de petróleo dos Estados Unidos subiram 1,501 milhão de barris na semana encerrada em 24 de fevereiro ante expectativa de uma alta maior, de 2,4 milhões de barris. No entanto, o valor total, de 520,2 milhões, atingiu recorde, após oito semanas seguidas de alta.

Já os estoques de gasolina registraram queda de 546 mil barris ante expectativa de baixa de 1,6 milhão de barris. O DoE também informou que a produção de petróleo em território americano subiu de 9,001 milhões de barris na semana anterior para 9,032 milhões de barris.

Após a divulgação do relatório do DoE, os preços do petróleo inverteram os ganhos e passaram a recuar, fechando o dia em queda. “É um relatório muito, muito misto”, disse Kyle Cooper, consultor do ION Energy Group, em Houston.

Desde o fim do ano passado, os preços do petróleo avançaram entre um cumprimento melhor do que o esperado na redução da oferta da commodity por parte de grandes produtores, com os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) entre eles. No entanto, o aumento na produção de petróleo e de xisto nos EUA também vem influenciando a commodity em 2017.

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Analistas da JBC Energy estimam que a produção de petróleo da Opep tenha avançado em fevereiro na comparação com o mês anterior, com 89% de cumprimento do acordo de redução da oferta. Alguns observadores do mercado disseram que, mesmo que o atual momento na produção de petróleo nos EUA ainda esteja aquém das reduções feitas pela Opep e pela Rússia, a diferença poderá diminuir caso a produção americana mantenha o ritmo atual. Fonte: Dow Jones Newswires

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