Economia

Pesquisa: Previdência e educação dividem importância na lista de prioridades

A reforma da Previdência e o investimento na educação aparecem em pesquisa feita pela Kantar Brasil Insights e Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) como as principais pautas a que o governo de Jair Bolsonaro deveria ter como prioridades.

Do universo de 1.000 pessoas ouvidas entre 27 de maio e 27 de junho nas cinco regiões do País, 12% das pessoas com idade de 18 a 28 anos consideram a Previdência como pauta prioritária. Na faixa de 29 a 45 anos, a reforma da Previdência é apontada como prioridade para 22%. Os mais velhos, de 46 a 65 anos, são os que mais consideram a reforma da Previdência como uma prioridade a ser atacada pelo novo governo, com 31% das indicações.

No caso da educação, são os mais jovens, com idade de 18 a 28 anos, que mais consideram o tema como prioridade. Nesta faixa de idade, 26% dos participantes deram esta resposta. Entre os que têm de 29 a 45 anos, 14% acham que a Educação deveria ser a prioridade do governo Bolsonaro e entre as pessoas de 46 a 65 anos, 11%.

Metade dos participantes da Pesquisa Kantar/Acrefi espera que o padrão de vida siga numa crescente quando comparados a períodos anteriores. 33% acham que vai permanecer e 17% que vai piorar. Quanto à situação financeira pessoal, 52% esperam por melhora, 30% acham que vai ficar igual e 17% que vai piorar.

O mesmo ocorre para a capacidade de fazer investimentos e propensão a consumir. A capacidade de fazer investimentos em bens como carro e apartamento deve melhorar para 40% dos consultados. Para 34% deve continuar como está e para 25% vai piorar. A propensão a consumir melhorará para 50% dos entrevistados, permanecerá igual para 32% e deve piorar para 18%.

Quando perguntados sobre a propensão a fazer um financiamento ou tomar mais crédito em 2019, 41% das pessoas com idade de 18 a 28 anos dizem que estão propensas a financiar um bem. Entre os com idades de 29 a 45 anos, 38%, e entre os de 46 a 65 anos, 30%.

A intenção de tomar crédito melhora em relação a 2018 e, atualmente, é um pouco mais acentuada entre os mais jovens. Dos que têm de 18 a 28 anos, 39% pretendem tomar crédito; dos com idades de 29 a 45 anos, 38%, e dos 46 anos a 65 anos, 22% se dizem propensos a tomar crédito.

Ainda segundo a pesquisa, o aumento da inflação nos últimos meses afetou o padrão de consumo de 79% dos entrevistados. Para outros 21%, a inflação não alterou o padrão do consumo. Finalmente, 54% dos entrevistados disseram não ter conseguido pagar suas contas na data de vencimento.

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