Giro

Pensa em usar o FGTS para comprar ações da Eletrobras? Veja regras e riscos em 5 pontos

Crédito: Agência Brasil

Trabalhadores com recursos no FGTS poderão usar o saldo para comprar ações da Eletrobras (Crédito: Agência Brasil)



Com a privatização da Eletrobras, principal empresa do setor elétrico brasileiro, trabalhadores com recursos no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderão usar o saldo para comprar ações da empresa. Veja cinco orientações da Caixa Econômica Federal sobre a operação:

1.Como fazer a aplicação no Fundo Mútuo de Privatização (FMP)-FGTS Eletrobras?

O primeiro passo é autorizar a administradora de escolha do trabalhador a consultar o saldo do FGTS. O trabalhador pode escolher uma das administradoras que se habilitaram a operar junto ao FGTS: Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, BTG Pactual, Daycoval, Genial Investimento, Itaú, Safra, Santander e XP Investimento. Também é possível simular o valor disponível para aplicação.

2. Qual é a rentabilidade?




A tabela de rentabilidade pode ser consultada aqui.

3.Qual é o valor mínimo para investir?

O valor mínimo para a aplicação é de R$ 200 por trabalhador, sendo possível utilizar até 50% do saldo disponível na conta do FGTS. As reservas de saldo podem ser feitas até 8 de junho junto a instituição administradora escolhida e autorizada pelo trabalhador.


Brasil inicia negociação com AIEA sobre combustível para projeto de submarino nuclear

4.Tem tributação?

Incidirá Imposto de Renda a alíquota de 15% sobre os rendimentos auferidos entre a data de aplicação e a data de resgate que excederem a remuneração da conta vinculada do FGTS de cada participante.

5.Quais os principais fatores de risco do Fundo?

Risco de mercado: variação dos preços e cotações de mercado dos ativos que compõem a carteira do Fundo.

Risco de crédito: inadimplemento de principal ou juros por parte de empresa emissora de títulos de dívida em que o Fundo invista. Os contratos de derivativos estão eventualmente sujeitos ao inadimplemento da contraparte e à possibilidade da instituição garantidora não poder honrar sua liquidação.

Risco de liquidez: dificuldade em honrar com os pagamentos de resgates solicitados, nos prazos legais e/ou no montante solicitado, além da possibilidade de venda de ativos com pouca demanda a preço abaixo do contabilizado.