Para onde seguem as caronas?

Para onde seguem as caronas?

Maior plataforma de caronas do mundo, a francesa BlaBlaCar está sorrindo à toa no Brasil. Mesmo com a economia em estado de hibernação, a empresa afirma que tem conseguido realizar 1 milhão de caronas por mês – cerca de 50% da média do período pré-pandemia. Com mais de 7 milhões de pessoas cadastradas, a empresa avalia que o mercado de compartilhamentos de carros ganha força durante o período de crise e incertezas econômicas. “É natural que exista mais resiliência em uma atividade que tem, como uma de suas premissas, a redução de custos de locomoção”, afirma o presidente da operação brasileira, Ricardo Leite. O executivo afirma que o Brasil é o mercado que mais cresce no mundo entre os 22 países em que o BlaBlaCar opera. Em números absolutos de usuários, perde apenas para a Rússia e a França, com mais de 20 milhões de clientes, em cada um deles. No entanto, o que mais anima a empresa é o período pós-crise. Na visão do presidente, o mercado de caronas vai melhorar. “Vejo no elevador do meu prédio bilhetes de moradores se oferencendo para fazer compras de supermercado para quem é do grupo de risco. Algo inimaginável antes. O senso de fraternidade e de compartilhamento vai crescer muito”, diz o executivo, que argumenta a falta de sentido em colocar na rua uma “caixa de aço” (automóvel) de uma tonelada para transportar apenas uma pessoa. “O cenário para a carona nunca foi tão positivo no Brasil.” No ano passado, a empresa captou 101 milhões de euros em rodada de investimento na França, registrou faturamento acumulado de US$ 468 milhões e alcançou valuation de US$ 1,6 bilhão.

(Nota publicada na edição 1168 da Revista Dinheiro)

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