Edição nº 1104 18.01 Ver ediçõs anteriores

Para o alto e avante!

Para o alto e avante!

A expansão da economia está fazendo subir a venda de máquinas no País. Prova disso é o desempenho da subsidiária brasileira da gigante alemã Jungheinrich, uma das três maiores fabricantes de empilhadeiras do mundo, com faturamento de € 3,8 bilhões no ano passado. A companhia fica atrás apenas da japonesa Toyota e da compatriota Kion, em receita. Na contramão da crise que prejudicou a economia e os investimentos, ela turbinou as vendas em cerca de 20%, puxadas pelo aumento da demanda por veículos 100% elétricos, que passaram de 8% para 17% das vendas da marca. “A procura foi surpreendente, especialmente quando comparamos com o desempenho geral da economia”, afirma o executivo Vigold Georg, presidente na América Latina. “Acredito que 2019 será um ano ainda melhor, já que setores importantes como o e-commerce, as redes de atacarejo, os laboratórios farmacêuticos e as grandes fabricantes de bebidas projetam aumento de vendas e de produção.”

O pulo do gato da Jungheinrich, no entanto, está no segmento de locação. A companhia se consolidou na liderança das maiores frotas locadas às empresas no País, com mais de 4 mil veículos. O segmento respondeu por 60% da receita total da empresa na região. “A locação e os serviços de pós-venda assumiram uma fatia importante do nosso negócio, além de nos ajudar a ficar mais próximos dos clientes”, acrescenta Georg. E o teto do galpão não é o limite. O potencial de expansão do setor é imenso, sob a ótica do consumo per capita. Enquanto o Brasil mantém oito empilhadeiras para cada 100 mil habitantes, na Alemanha há 100 máquinas para cada 100 mil pessoas.

(Nota publicada na Edição 1103 da Revista Dinheiro)


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(Nota publicada na Edição 1104 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Carlos Eduardo Valim, Felipe Mendes e Moacir Drska)
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