Economia

Para empresas tecnológicas, bloqueio de Trump a vistos de trabalho prejudica EUA

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(Arquivo) Tela de laptop no 11º Fórum Internacional de Cibersegurança em Lille, no dia 22 de janeiro de 2019 - AFP/Arquivos (Crédito: AFP/Arquivos)

Amazon, Apple e Facebook estão entre os gigantes da tecnologia e organizações que assinaram um expediente judicial em que garantem que a medida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que bloqueia vistos para trabalhadores qualificados prejudica o país.

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“A suspensão do presidente dos programas de visto de não imigrante, supostamente para ‘proteger’ os trabalhadores americanos, na verdade prejudica esses trabalhadores, seus empregadores e a economia”, argumentou o relatório apresentado nesta segunda-feira em um tribunal federal com apoio de mais de 50 empresas e organizações de tecnologia.

O texto foi apresentado no tribunal em apoio a uma ação judicial da Câmara de Comércio dos Estados Unidos e várias associações comerciais contra um decreto presidencial emitido por Trump em junho que suspendia os vistos para várias categorias de trabalhadores convidados, incluindo talentos altamente qualificados, por empresas de tecnologia.

“Além dos dados esmagadores que contrariam a fundamentação do decreto, as ações do governo (Trump) enviam uma mensagem fundamentalmente antiamericana para aqueles que, de outra forma, poderiam ter trazido suas habilidades e engenhosidade para a América”, destacou o texto das empresas.

Os concorrentes da indústria de tecnologia no Canadá, na China, na Índia e em outros países estão “aproveitando a oportunidade” para atrair trabalhadores qualificados que são rejeitados pelos EUA, diz o texto.

A ação de Trump suspendeu programas de vistos de não imigrante, incluindo vistos H-1B, dos quais muitas empresas de tecnologia dependem para trazer engenheiros do exterior.

A suspensão desses vistos durará, em princípio, até este ano e todo o tempo “conforme necessário” sob a justificativa de deixar empregos disponíveis aos cidadãos norte-americanos em meio à crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus, segundo o texto oficial.

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