Papo responsável

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Mario Girasole Vice-presidente de Assuntos Regulatórios da TIM.

Como mais um passo para fortalecer suas ações ESG (ambiental, social e governança), a TIM anunciou a criação de um comitê dedicado a assessorar o Conselho de Administração sobre o tema. O objetivo é incorporar o assunto ao mais alto nível estratégico da companhia.

Por que criar o comitê?
Foi uma evolução natural após anos de preocupação da TIM com os pilares que compõem o assunto. Temos mais de uma década de compromissos ambientais, sociais e de governança, com 11 anos atuando dentro dos padrões do Novo Mercado e 12 anos no índice de sustentabilidade da B3.

Quem o constitui?
O presidente será Nicandro Durante, também presidente do Conselho, o CEO da TIM, Pietro Labriola, e um membro independente que é o Gesner Oliveira (ex-presidente da Sabesp e do Cade), com uma carreira extremamente relevante na economia ambiental. Também teremos membros da sede da Itália, porque essa é uma agenda global: alguns índices que precisam ser alcançados como o da eficiência energética, fazem parte da meta do Grupo. A criação deste comitê formaliza a crença da companhia de que os aspectos ESG devem estar na pauta do mais alto nível estratégico da empresa porque, mais do que nunca, as ações responsáveis são uma obrigação das organizações.

Quais serão as atribuições?
Avaliar o plano estratégico ESG da companhia; analisar como serão organizados e integrados os processos internos; revisar o painel de metas e indicadores são algumas delas. Ressalto que o painel talvez seja a mais sensível de todas, porque nos pilares relativos à sociedade e governança os índices ainda são muito imaturos e é difícil fazer a comparação entre uma empresa e outra. Acreditamos que essa parte será uma das mais significativas para dar credibilidade ao trabalho.



Por que o tema ESG está tão relevante?
A pandemia foi um gatilho. Quando falávamos em sustentabilidade, havia uma lógica de compensação:
as empresas prejudicavam o ambiente para, depois, arrumar o estrago. O ESG muda a mentalidade para que os temas ambientais, sociais e de governança entrem no início do processo decisório e pautem qualquer ação a ser tomada.

(Nota publicada na edição 1206 da Revista Dinheiro)

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