Papo responsável

Crédito: Claudio Gatti

Eduardo Lyra, empreendedor social e CEO da rede Gerando Falcões. (Crédito: Claudio Gatti )



Um grupo de 48 companhias globais aproveitou o Fórum Econômico Mundial, realizado em janeiro, para lançar o movimento Parceria para Justiça Racial nos Negócios. Com a coalizão, empresas como Google, Facebook e Unilever esperam aumentar a diversidade nas coorporações. Eduardo Lyra, que participou do Fórum, reconhece a relevância da iniciativa, mas avisa que é preciso mais.

Como a Parceria para Justiça Racial nos Negócios pode mudar o racismo estrutural nas empresas?
Programas como esse, capitaneado por companhias globais, têm o importante papel de acelerar o tempo de mudança em relação à diversidade no mundo corporativo, corrigindo séculos de atrasos. Esse movimento começou com o Vidas Negras Importam que, com o fortalecimento do ESG (ambiental, social e governança), fizeram os CEOs e profissionais de Recursos Humanos entenderem que o tema é urgente.

O que fazer para resolver o problema?
A parte mais sensível, necessária e urgente é que os tomadores de decisões do mundo corporativo desdobrem metas de longo prazo. Essa década precisa ser marcada pelo combate à desigualdade social, e uma das ações necessárias para resolvermos essa questão é a inlcusão de talentos negros e negras no mercado de trabalho.

de que forma isso é possível?
A gente só muda um contexto tão desafiador como esse fazendo a integração de empresas, políticas públicas e negócios sociais. Sem essa união, dos agentes que estão nas pontas, não conseguimos mudar. É preciso disciplina fanática para construir uma solução efetiva na década.




(Nota publicada na edição 1208 da Revista Dinheiro)







Sobre o autor


Mais colunas e blogs


Mais posts

Ver mais

Copyright ©2022 - Três Editorial Ltda.
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento: A Três Comércio de Publicações Ltda., empresa responsável pela comercialização das revistas da Três Editorial, informa aos seus consumidores que não realiza cobranças e que também não oferece o cancelamento do contrato de assinatura mediante o pagamento de qualquer valor, tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A empresa não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças.