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Pandemia já matou mais de 3,7 milhões de pessoas no mundo

Crédito: Reprodução/Unsplash

A OMS estimou que, levando em consideração o excesso de mortalidade vinculado à covid-19, os resultados da pandemia podem ser duas a três vezes superiores (Crédito: Reprodução/Unsplash)

A pandemia de covid-19 matou, até hoje, pelo menos 3.739.777 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019. Após quase um ano e meio de pandemia mais de 173.537.280 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados pelo mundo.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou que, levando em consideração o excesso de mortalidade direta e indiretamente vinculado à covid-19, os resultados da pandemia podem ser duas a três vezes superiores aos registados oficialmente.

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Os países que registaram o maior número de novas mortes em seus levantamentos mais recentes são a Índia, com 2.123 novas mortes, Brasil (1.010) e Argentina (732).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 597.952 óbitos em 33.378.146 infectados, segundo o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 474.414 mortes e 16.984.218 casos, a Índia, com 351.309 óbitos (28.996.473 casos), o México, com 228.838 mortes (2.434.562 casos) e o Peru, com 186.757 óbitos (1.984.999 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 566 mortes por 100.000 habitantes, seguido pela Hungria (309), Bósnia (287), República Checa (282) e Macedônia do Norte (262).

A Europa totalizou 1.144.324 mortes para 53.301.549 casos, a América Latina e Caraíbas 1.183.809 mortes (34.087.699 casos), os Estados Unidos e Canadá 623.696 mortes (34.771.613 casos), Ásia 509.018 mortes (37.621.702 casos), o Médio Oriente 145.255 mortes (8.770.567 casos), a África 132.571 mortes (4.934.476 casos) e a Oceânia 1.104 mortes (49.679 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou substancialmente e as técnicas de rastreamento e despistagem melhoraram, levando a um aumento no número dos contágios declarados.

O número de casos diagnosticados, no entanto, reflete apenas uma fração do total real dos contágios, com uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos não detectados.

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