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Oxford e AstraZeneca mantêm testes de vacina mesmo com morte

Crédito: Divulgação/AstraZeneca

A universidade explicou, em comunicado divulgado pela imprensa britânica, que não foram encontrados elementos preocupantes sobre a segurança da vacina (Crédito: Divulgação/AstraZeneca)

A Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca continuarão com os testes da vacina experimental contra a covid-19, apesar da morte de um voluntário no estudo. Trata-se de um médico brasileiro de 28 anos, que faleceu devido a complicações do novo coronavírus.

João Pedro Feitosa tomou um placebo, ou seja, não recebeu uma dose do imunizante, segundo informações do G1. Vale ressaltar que metade dos voluntários que participam dos testes, que também ocorrem no Reino Unido e na Índia, recebem a vacina experimental, enquanto os demais recebem um placebo.

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Tanto os desenvolvedores (AstraZeneca e Universidade de Oxford) quanto os envolvidos na aplicação dos testes (Unifesp e IDOR) ressaltam que estão impedidos de conceder mais detalhes por questões éticas, mas salientaram que não houve indicação para suspensão do estudo.



A universidade britânica afirma, em comunicado divulgado pela imprensa do Reino Unido, que a morte foi objeto de uma “cuidadosa avaliação” na qual não foram encontrados elementos preocupantes sobre a segurança da vacina.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou ter sido comunicada sobre o óbito na última segunda-feira (19). Em nota, a Anvisa disse que “com base nos compromissos de confidencialidade ética previstos no protocolo, as agências reguladoras envolvidas recebem dados parciais referentes à investigação realizada por esse comitê, que sugeriu pelo prosseguimento do estudo”.

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