Finanças

Ouro fecha em queda, mas mantém patamar de US$ 1.500 a onça-troy

O ouro fechou em território negativo nesta segunda-feira, mas se manteve acima da marca de US$ 1.500 a onça-troy, com investidores em geral esperando algum relaxamento monetário nesta semana pelo Banco Central Europeu (BCE). Nesse quadro, o metal chegou a subir em parte do pregão, mas ao longo do dia passou a oscilar com viés negativo.

O ouro para dezembro fechou em baixa de 0,29%, a US$ 1.511,10 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

A perspectiva de relaxamento monetário pelo BCE e também pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) nas próximas semanas tende a pressionar os retornos dos Treasuries, consequentemente impulsionando o ouro. Os juros mais baixos tendem a ajudar o metal, já que ele não paga retornos e concorre com os Treasuries como alternativa segura.

De acordo com o Commerzbank, o ouro segue acima da marca “psicologicamente importante” de US$ 1.500 a onça-troy, o que pode ser também fruto da geração de vagas abaixo da expectativa em agosto revelada na sexta-feira nos Estados Unidos. O banco acredita que o ouro não deve variar muito antes da decisão do BCE na quinta-feira. Um relaxamento monetário pode apoiar o ouro, diz o Commerzbank, e as dificuldades no processo de saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit) também tendem a apoiar o preço, complementa a instituição.

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