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“O sentimento do empresário já está muito voltado para o otimismo”, diz Renato Franklin, CEO da Movida

Neste quinto bloco, o executivo fala sobre economia e política


Carlos Sambrana, redator-chefe da ISTOÉ DINHEIRO, recebe Renato Franklin, CEO da Movida. Em 2013, a empresa de locação de veículos contava com 29 lojas, tinha 2.400 carros, faturava R$ 93 milhões e respondia por apenas 2% do mercado de aluguel de carros no Brasil. Em menos de quatro anos, o cenário mudou radicalmente. Hoje, a empresa tem 183 lojas, uma frota com 75 mil carros e ocupa a segunda posição entre as maiores do setor e faturou R$ 1,9 bilhão até o terceiro trimestre deste ano. Nesta entrevista, Franklin vai contar o que aconteceu com a Movida para apresentar números tão diferentes em tão pouco tempo.

Neste quinto bloco (acima), o executivo fala sobre economia e política. Na avaliação de Franklin, a economia começou a estabilizar e os indicadores começam a apontar para cima. “O sentimento do empresário já está muito voltado para o otimismo”, diz. Segundo ele a confiança no pós-eleição de 2018 é positiva. “O Brasil tem muitas oportunidades e estamos bastante animados com o futuro no médio prazo”, afirma.

BLOCO 4

O executivo fala sobre inovação para o mercado de locação de veículos. De acordo com Franklin, as empresas de aluguel de carros têm tudo para liderar a transformação da mobilidade urbana. Segundo ele, a Movida usa a tecnologia para melhorar a experiência do cliente e tem parcerias com quase todos os aplicativos de transporte como Uber, Cabify, BlaBlaCar, 99Táxi e, principalmente, com startups. “Trabalhamos com startups para trazer tecnologias para reduzir custos e maximizar lucros”, afirma. “Essa relação permite estarmos atentos a tudo o que acontece mo mundo”, completa.

BLOCO 3

Franklin fala sobre o mercado de locação de veículos no Brasil. Segundo ele, a mobilidade urbana vem se diversificando e as pessoas estão buscando novas maneiras de se locomover. “O Grupo JSL enxergou na indústria de aluguel de carros um potencial gigante de trabalhar a mobilidade urbana”, afirma.

BLOCO 2

O executivo conta que a Movida foi surpreendida pelo grande aumento na demanda por locação de veículos e, apesar da crise econômica, começou a avaliar a abertura de capital no começo de 2016. “Sem o IPO teríamos que injetar mais dinheiro na companhia para continuar crescendo”, diz. A empresa abriu capital em fevereiro de 2017 e está otimista como o futuro. Segundo Franklin, se a tendência de ‘posse’ de carro mudar para ‘uso’, o mercado de aluguel vai continuar crescendo bastante. “O mercado de aluguel de carros cresceu 15% ao ano nos últimos dez anos”, comenta.

BLOCO 1

Franklin explica que combinação da Movida e a da JSL, que comprou a locadora de veículos em 2013, possibilitou um ciclo grande de crescimento. “Investimos numa frota com modelos novos de varejo e também de luxo”, conta. Além disso, segundo o executivo, o aluguel de carros não subiu nos últimos anos e acabou tornando a locação muito atrativa. “As classes C e D foram muito mais rápidas em apostar no sistema de aluguel de carros”, afirma.