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“Os novos projetos devem agregar 650 mil novos alunos até 2021”, diz Rodrigo Galindo, CEO da Kroton

No programa MOEDA FORTE desta semana, Carlos Sambrana, diretor de redação da ISTOÉ DINHEIRO, recebe Rodrigo Galindo, CEO da Kroton. O executivo que comanda o maior grupo de educação do Brasil, com mais de um milhão de alunos impactados nos ensinos básico e superior, R$ 5,6 bilhões de faturamento e outros bilhões de reais investidos em aquisições, conta todo o plano da companhia.

Neste terceiro bloco (acima), ele fala sobre o crescimento orgânico da empresa. Galindo explica que a estrutura de expansão que a Kroton pretende implementar no ensino superior é de longo prazo. “Até 2019 teremos um crescimento de 60% na quantidade de campi em relação ao ano de 2017”, diz. De acordo com o executivo, o grupo vai investir R$ 650 milhões nos próximos cinco anos e esse montante deve gerar R$ 1 bilhão em ebitda até 2026.

BLOCO 2

O executivo fala sobre a criação da holding Saber. De acordo com o executivo, em junho de 2015 foi criado um grupo de estudo para entender o mercado de educação básica no Brasil. “O mercado de educação básica é muito fragmentado. O País tem quase 30 mil escolas privadas”, diz Galindo. No entanto, segundo ele, mais fragmentação significa mais oportunidades de consolidação com ativos menores. “A Saber veio para dar autonomia e separar bem os negócios”, afirma. O executivo comenta ainda que a aquisição da Somos Educação, que ainda está em análise pelo Cade, fez parte de uma análise estratégica muito mais ampla e que o grupo fará novas aquisições em breve.

BLOCO 1

Galindo fala sobre a história e o processo de expansão da companhia, conquistado principalmente por meio de aquisições. “O curso Pitágoras, a origem da Kroton, foi montado em 1966. São mais de 50 anos de história em educação”, diz. De acordo com o executivo, a nova Kroton abriu capital em 2007 e começou a ser estrutura em 2009 com a entrada do fundo de private equity Advent. Depois disso, o grupo educacional adquiriu o Iuni, a Unopar e a Anhanguera, e teve ainda a tentativa de compra da Estácio barrada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). “Empreender é saber correr riscos. Qualquer revés gera frustração. O que muda é como você lida com ela”, afirma.

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