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OPAQ condena Síria por ataques com sarin

OPAQ condena Síria por ataques com sarin

(Arquivo) Homem mostra restos de foguetes que teriam sido disparados pelas forças do governo sirio em ataque com armas químicas, na cidade sitiada pelos rebeldes de Douma, na região de Ghouta, em 22 de janeiro de 2018 - AFP

Os Estados-membros da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) alertaram a Síria, nesta quinta-feira (9), que poderão tomar medidas retaliadoras, após um relatório apontar o governo Bashar al-Assad como responsável por ataques químicos em seu próprio solo.

A equipe de identificação e investigação da organização (IIT) estabeleceu em abril que a Força Aérea de Assad lançou bombas de gás sarin e cloro em 2017, em Latamné, norte da Síria, violando a Convenção sobre Armas Químicas.

Proposta pela França, a moção pede a Damasco que “corrija a situação dentro de um prazo razoável”.

O texto também se refere às “medidas que podem ser tomadas” na conferência dos Estados-membros, em novembro próximo, caso a Síria deixe de agir.

Entre elas, a mais importante seria uma possível suspensão dos direitos de voto da Síria na OPAQ, segundo uma fonte diplomática.

O governo sírio nega, constantemente, qualquer envolvimento em ataques químicos e garante que todo seu arsenal destas armas foi entregue no âmbito de um acordo firmado em 2013.

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