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Ômicron é diferente da Delta, mas riscos continuam, dizem especialistas; entenda

Crédito: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Ômicron se concentra nas vias respiratórias superiores (Crédito: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)



A variante ômicron é a dominante da covid-19 desde o final do ano passado. Aqui no Brasil, ela é responsável por uma nova onda da doença que está registrando média de 847 mortes por dia e mais de 127 mil casos. 

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O membro da Sociedade Brasileira de Infectologia Hélio Bacha explicou que desde a sua detecção na África do Sul no final de novembro de 2021, umas das características da variante é não atacar o pulmão. Isso se manifesta pelos principais sintomas da ômicron que é a dor de garganta a congestão nasal.    

“O vírus apresentou muita diferença não só do ponto de vista microbiológico mas também de representação clínica e de epidemiologia. Ela era muito mais transmissível que a Delta e a Gama, o período de incubação delas era diferente, mas o comprometimento pulmonar é raro”, explicou. Bacha também reforçou a importância do ciclo de vacinação completo, de três doses, para todos os adultos para a queda de óbitos. 




Ômicron sobe rápido e desce rápido

As variantes anteriores do coronavírus geralmente apresentavam um auge de casos e mortes que perdurava por muitos meses, o chamado platô. 

No caso da ômicron, o pediatra, infectologista e consultor do Comitê Extraordinário de Monitoramento da Covid da Associação Médica Brasileira (AMB) Renato Kfouri explicou que em boa parte do mundo a ômicron se comportou com uma forte alta nos casos e queda brusca logo depois.  

“A mortalidade demora um pouco mais pra cair. Você aumenta o número de casos, depois de 15 dias as hospitalizações depois de mais 15 dias o número de mortes, e a queda vem no sentido contrário, cai o número de casos, depois da hospitalização e, por fim, o número de mortes”, disse. 


Esses números já são perceptíveis em alguns locais do país. A média móvel de casos e de morte no Brasil pela ômicron já está em queda nesta terça-feira (15) foi a menor desde o dia 21 de janeiro.   

Não há evidências de casos maiores de covid longa

Diversos estudos desde o início da pandemia alertaram para a presença da chamada covid longa, quando os sintomas e sequelas como perda de paladar e olfato, fadiga, ansiedade e problemas para dormir duravam até dois meses em quem tivesse contraído a doença. 

Segundo Kfouri, não há nenhuma evidência de que a contaminação por qualquer uma das variantes possa causar um número maior ou menor de covid longa nos pacientes.

“Independente da variante, a covid longa está relacionada ao número de casos. Quanto mais casos, maior o número de pessoas que vão apresentar sintomas persistentes”, comentou. 






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