O primeiro bilhão da Indie Capital

O primeiro bilhão da Indie Capital

A gestora de investimentos Indie Capital, de Daniel Reichstul e Felipe Montagna, registrou em 2019 seu melhor ano. Com rendimento superior a 50%, o patrimônio praticamente dobrou, para mais de R$ 1 bilhão. A estratégia tem sido apostar em ações no setor de consumo, de empresas como Magazine Luiza, Centauro, Lojas Renner, B3, Unidas e Azul. A expectativa para 2020 é bem otimista, com ambiente de juros baixos, desemprego em queda e reaquecimento da construção civil. “Se o cenário internacional não atrapalhar, tudo indica que a economia vai manter um ritmo de crescimento acelerado em 2020”, diz Reichstul.

(Nota publicada na edição 1154 da Revista Dinheiro)


Mais posts

A educação não pode parar

A brasileira Hotmart, uma das líderes globais no mercado de produtos digitais, acaba de anunciar a aquisição da Teachable, uma das [...]

Contratação mais rápida

A Grendene, uma maiores fabricantes de calçados do Brasil, reduziu em 30% o tempo do processo de contratação utilizando o recurso de [...]

Resistência contra a crise

Empresas de todos os portes, cada uma a seu modo, definem estratégias para se proteger dos impactos do coronavírus nos negócios pelos [...]

Dinheiro sem quarentena

A TransferWise, especialista em transferência de dinheiro para o exterior, acaba de fechar uma parceria com a Alipay na China para [...]

Aluguel parcelado

Em meio à crise, a fintech CredPago – especializada em fiança locatícia e que tem o BTG Pactual como um de seus sócios – vai parcelar aluguel em até seis vezes para inquilinos que enfrentam dificuldades financeiras. Com investimento de R$ 10 milhões, a iniciativa inédita no setor pretende beneficiar cerca de 6 mil famílias […]

Ver mais

Copyright © 2020 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.