O preço do impacto das “moedas da sorte” nas Cataratas do Iguaçu

O preço do impacto das “moedas da sorte” nas Cataratas do Iguaçu

Um gesto tradicional de turistas que visitam as Cataratas do Iguaçu está saindo caro para o equilíbrio da natureza. É que os visitantes do parque se habituaram a jogar moedas no Rio Iguaçu, após fazer um pedido. Mas, em tempos de baixa vazão, o que se vê é o acúmulo de milhares de moedas nas águas. Para se ter ideia, na última limpeza realizada pelo Corpo de Bombeiros, em setembro, foram retirados 329 quilos de moedas, de diversos países. Excluindo-se o dinheiro estrangeiro ou fora de circulação, a equipe recolheu R$ 14 mil, quantia que será repassada a projetos sociais. Além das dificuldades para se resgatar as moedas que ficam próximas às quedas d’água, entre pedras e algas, com o passar do tempo, metais pesados, como cobre e níquel, são liberados no mar, a partir da decomposição desse dinheiro, o que prejudica a vida de espécies marinhas. Recentemente, o parque instalou placas para conter o ímpeto dos turistas.

(Nota publicada na Edição 1146 da Revista Dinheiro)

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