Edição nº 1087 14.09 Ver ediçõs anteriores

O para-choque da Plascar

Não é novidade para ninguém que a Plascar, uma das maiores empresas de autopeças do Brasil, tem passado por sérias dificuldades nos últimos anos. De acordo com o balanço mais recente, divulgado em junho deste ano, suas dívidas são de R$ 838,9 milhões e ela tem um patrimônio líquido negativo de R$ 332,7 milhões. E, depois de procurar alguns dos maiores escritórios de reestruturação do País, a empresa agora está contando com a ajuda do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA). Há quem afirme que a FCA estaria assumindo a companhia. Mas fontes que conhecem a operação afirmam que a montadora está apenas auxiliando nas negociações com os bancos. Detalhe: em 2007, o valor de mercado da companhia era de R$ 1,56 bilhão e, na semana passada, ela era cotada a R$ 26,1 milhões.

(Nota publicada na Edição 1085 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Hugo Cilo)


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(Nota publicada na Edição 1087 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Hugo Cilo, Moacir Drska e Pedro Borg)
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