Edição nº 1096 15.11 Ver ediçõs anteriores

O negócio nada virtual de João Appolinário

O negócio nada virtual de João Appolinário

O empresário João Appolinário, fundador e CEO da Polishop, uma das maiores empresas de varejo do Brasil, se prepara para vender mais do que os produtos que anuncia em seus catálogos, em seus programas de televisão, no site e em suas mais de 250 lojas espalhadas pelo Brasil. Appolinário agora vai comercializar soluções de realidade aumentada e realidade virtual. O empresário é dono de 40% da Flex Interativa, uma agência especializada nesse tipo de produto, e vinha testando todas as tecnologias desenvolvidas pela companhia dentro da Polishop. “Foi o nosso laboratório para poder oferecer para outras empresas”, diz Appolinário. “Nos últimos seis meses, colocamos realidade aumentada e virtual nos produtos que estavam na loja e na nossa revista”, diz Appolinário. Basta baixar um aplicativo e apontar para o produto: ou vem um holograma com uma mensagem ou um vídeo explicando as funcionalidades do objeto.

 

Do Brasil para o mundo

Com o uso constante da tecnologia e maior envolvimento com a Flex Interativa, Appolinário resolveu botar o projeto debaixo do braço e já está contatando alguns varejistas de seu relacionamento. “Custa entre R$ 50 mil e R$ 150 mil com o desenvolvimento do aplicativo e cinco ações incluídas. O que torna mais caro é se o cliente quiser animação em 3D”, diz o empresário, que conheceu a agência em um dos episódios do programa Shark Tank Brasil, do canal Sony, no qual é um dos jurados. “Num primeiro momento, investi comprando 20% da companhia. Depois, resolvi comprar mais 20% do negócio.” A aposta é tão alta que, recentemente, Appolinário se reuniu com varejistas americanos nos Estados Unidos para mostrar as soluções da Flex. No Brasil, diz o empresário, empresas como Ipiranga e Henkel já usaram a tecnologia em produtos e treinamentos.

(Nota publicada na Edição 1081 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Carlos Eduardo Valim, Márcio Kroehn e Moacir Drska)


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