Edição nº 1129 12.07 Ver ediçõs anteriores

Entrevista

John Rodgerson, CEO da Azul Linhas Aéreas

O maior problema do Brasil é o custo alto. A prioridade do governo deveria ser reduzi-lo

Marcos Alves / Agencia O Globo

O maior problema do Brasil é o custo alto. A prioridade do governo deveria ser reduzi-lo

Com 10 anos de operação e voando para 105 cidades, a Azul atinge faturamento de R$ 7 bilhões, é eleita a melhor aérea da América Latina e faz um acordo para comprar a Avianca. Otimista com o País, o CEO John Rodgerson diz que seu foco é crescer no mercado doméstico

Valéria Bretas
Edição 15/03/2019 - nº 1112

Desde que a Azul foi fundada, em 2008, a companhia não tem economizado esforços para diversificar a frota de aeronaves e ampliar sua presença pelo país. Hoje, a empresa está em mais de 105 cidades e pretende abrir operações em até 10 novos municípios por ano a partir de agora. Nesta entrevista à DINHEIRO, o CEO, John Rodgerson, fala sobre a proposta de adquirir parte da Avianca, se diz otimista com a agenda econômica do governo mas critica a falta de medidas para reduzir os custos de combustíveis e incentivar o crescimento do mercado interno. Ele também faz críticas à medida que libera 100% do capital estrangeiro para as aéreas nacionais.

DINHEIRO – O CEO global da Azul, David Neeleman, afirmou que seu objetivo é construir a maior companhia área do Brasil. O que vocês estão planejando para atingir nesse patamar?

RODGERSON – O nosso foco é ser a melhor. O David sempre falou que nós só poderemos ser a maior se formos a melhor. Se você olhar alguns indicadores é possível dizer que nós já somos a maior. Nós temos mais aeronaves do que qualquer outra companhia aérea, mais trechos e mais voos diários. Os nossos concorrentes focam muito no triângulo São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, mas se esquecem que o Brasil é um muito grande e com muitas oportunidades, como são os casos das regiões Centro-Oeste e Nordeste.

DINHEIRO – Vocês anunciaram interesse em comprar a Avianca. Como está essa negociação?

RODGERSON – Assinamos um acordo de US$ 105 milhões para comprar uma nova empresa que incluirá alguns recursos da Avianca Brasil. Nossa expectativa é poder adquirir cerca de 30 Airbus A320, 70 pares de slots e o Certificado de Operador Aéreo da empresa. Estou animado com este potencial de investimento, que poderá fortalecer ainda mais nossa malha e presença no Brasil. No entanto, isso não altera nossos planos orgânicos de crescimento.

“Azul e os Correios têm, juntas, uma solução que pode ser muito importante para o Brasil”A companhia aérea e a estatal fecharam uma joint venture que vai criar uma nova marca para transportar encomendas pelo País (Crédito:Lucas Lacaz Ruiz/Pagos)

DINHEIRO — No ano passado a companhia investiu cerca de R$ 2 bilhões só em aeronaves. Qual foi o impacto dessa compra para os resultados de 2018?

RODGERSON – Esse tipo de investimento é de longo prazo. Quando a gente compra a aeronave, o resultado vem ao longo de 12 a 15 anos. Tem a saída de caixa no inicio, mas logo depois o investimento torna o avião mais rentável porque ele queima menos combustível e tem mais acentos. Nós trabalhamos com uma visão de longo prazo e acho que isso mostra que somos superotimistas em relação ao Brasil.

DINHEIRO – Quais os planos de investimento para 2019?

RODGERSON – A gente quer abrir mais ou menos cinco cidades neste ano. Vamos receber uma série de aeronaves em 2019 e nos preparar para lançar o primeiro Embraer E2 em julho, que vai ser um momento muito marcante para Azul.

DINHEIRO – Em 10 anos, a Azul conquistou o título de melhor companhia aérea da América Latina. O que vocês fizeram para superar a concorrência?

RODGERSON – O segredo do sucesso da Azul está nas nossas pessoas. Quando abrimos uma vaga, recebemos mais de 200 mil currículos e podemos escolher o melhor dos melhores. Mas é evidente que, desde o início, enfrentamos grandes desafios, como variação do dólar, preço do combustível, eleições, greves e a chegada de novas aeronaves. Há sempre muita coisa acontecendo, mas a visão é clara: vamos cuidar bem uns dos outros e bem dos nossos clientes. E é por esse motivo que estamos hoje em 105 cidades brasileiras e o nosso principal concorrente está em apenas 53. Estamos abrindo rotas em cidades que nunca tiveram aviação antes e isso ajuda o mercado a crescer.

DINHEIRO – A Azul está ampliando as rotas para fora do Brasil. Houve uma mudança de estratégia?

RODGERSON – Nada mudou. Os primeiros dez anos foram focados em construir a fundação, a malha viária e os tipos de aeronaves. O foco agora é abrir operação em até dez novas cidades por ano. Vou te dar um exemplo: muitos brasileiros já viajaram para os Estados Unidos, mas não conhecem outros estados do próprio País. Se nós estamos com rotas em outros lugares é porque estamos onde o nosso cliente quer chegar. O nosso foco ainda é no mercado doméstico.

DINHEIRO – Então ainda há espaço para crescer no mercado doméstico?

RODGERSON – Há muito espaço para crescimento e nós vamos dobrar de tamanho já nos próximos cinco anos. Estamos muito animados com o futuro.

DINHEIRO — E qual seria o principal desafio hoje para continuar crescendo e abrir novos trechos aéreos?

RODGERSON – Nosso maior desafio é a situação macro. Eu confio muito no que nós já estamos fazendo, mas sofremos muito com a variação do dólar. Para melhorar, o governo precisa aprovar a Reforma da Previdência, que será de suma importância para trazer confiança e fazer as pessoas investirem. Eu estou muito otimista. Nós passamos por muitos dias de chuva na última década e estamos prontos para ter um algum sol por um bom período agora.

DINHEIRO – Pensando na agenda econômica de Paulo Guedes, de que forma você acha que ela pode impactar nos negócios?

RODGERSON – Estou gostando muito de tudo o que eu estou ouvindo. Acredito que o Estado tem que ter uma participação menor e deixar o setor privado crescer. Muitas coisas já foram faladas e eu estou esperando que elas aconteçam de verdade. O brasileiro ainda viaja menos do que o mexicano ou o chileno, por exemplo, e isso precisa ser corrigido. O Brasil é um país muito grande e com muito potencial.

DINHEIRO – Como a abertura do mercado para investidores estrangeiros pode influenciar o mercado e a Azul?

RODGERSON – Nós temos sido contra essa medida porque isso não corrige os problemas que o Brasil tem. O maior problema por aqui é o custo alto e essa deveria ser a prioridade do governo. Abrir o mercado e trazer uma nova companhia aérea para o País não muda o fato de que essa empresa vai ter que pagar os mesmos impostos. Acredito que essa nova gestão deveria focar em baixar os custos e deixar o mercado interno crescer por si.

DINHEIRO — Qual é o seu maior custo operacional hoje?

RODGERSON – Em primeiro lugar, combustível. Em segundo, a aquisição de aeronaves e, depois, a equipe. Para driblar esses custos, nós renovamos a frota com aeronaves que queimam 15% a menos de combustível. Vai ser muito mais fácil ter eficiência a partir de agora.

“Ainda há muito espaço para crescer e nós vamos dobrar de tamanho em 5 anos”Mesmo com a ampliação das rotas para fora do Brasil, o foco da operação da companhia ainda é no mercado doméstico (Crédito:Helvio Romero)

DINHEIRO — As dificuldades financeiras do aeroporto de Viracopos, principal hub da Azul, ameaçam as operações da empresa?

RODGERSON – Não. É importante lembrar que Viracopos foi eleito pelos clientes o melhor aeroporto do Brasil no ano passado. Espero que esse processo de recuperação judicial se resolva logo para que seja possível ter uma visão mais clara de futuro. Viracopos é um aeroporto internacional e não acredito que o governo vá deixá-lo cair.

DINHEIRO — A Azul tem interesse em participar da administração de terminais aéreos?

RODGERSON – Temos interesse em estudar essa possibilidade. Por ora, o nosso capital está focado em crescer, comprar aeronaves e investir.

DINHEIRO — Como vai funcionar a parceria entre a Azul e os Correios?

RODGERSON – Nós vamos fazer um joint venture que vai funcionar por meio de uma marca nova que levará todas as cargas aéreas deles. Um grande problema que o Brasil tem é de logística. Eu acho que a Azul e os Correios têm, juntas, uma solução que pode ser muito importante para o Brasil, para o e-commerce e o futuro.

DINHEIRO – Como começaram as negociações?

RODGERSON – Há mais ou menos dois anos, os Correios nos procuraram porque queriam reduzir custos. Acho que eles olharam para nós com certa inveja da nossa malha área, já que estamos em mais de 100 cidades. Naquele momento, oferecemos uma solução logística que pudesse reduzir o custo deles de 20% a 30% e eles se apaixonaram por essa possibilidade. Mais do que uma redução nos custos, eles resolveram dividir o lucro dessa nova empresa. A Azul vai ter 51% da companhia e os Correios, 49%.

DINHEIRO – Como você avalia o pedido das concorrentes de tentar barrar essa joint venture no Cade?

RODGERSON – Eles tentam travar porque têm medo, mas faz parte do jogo. Assim como aconteceu com os Correios, que construíram uma rede ao longo dos últimos 100 anos, nós também crescemos muito nessa última década e, por esse motivo, acho que podemos aproveitar o que eles construíram com o que nós temos.

DINHEIRO – Como está a adesão do programa de milhagem Tudo Azul? Qual a importância dele nas receitas?

RODGERSON – O programa Tudo Azul foi avaliado como o melhor do mercado. Nós temos cerca de 12 milhões de pessoas nele. São pessoas que viajam muito conosco, que são membros do nosso clube, que tem nosso cartão de crédito e que, de fato, representam uma receita super importante. Nós não divulgamos o valor do faturamento, pois ele vem de muitas formas: na transferência de pontos, nas viagens e na compra e venda de pontos. A grande vantagem que temos é que nós temos tudo isso dentro de casa.

DINHEIRO – Quais foram as mudanças necessárias ao longo dos anos para fazer o programa decolar?

RODGERSON – No início, tentamos contato com grandes empresas parceiras, como Walmart e Petrobras, e elas achavam que éramos pequenos. Mas a cada ano registramos crescimento de 15% a 20%. Agora eles entendem o poder da marca Azul.

DINHEIRO – A venda ou a abertura de capital do programa é uma possibilidade no radar?

RODGERSON – Não, nunca. O mercado está indo em outra direção, como é o caso da Gol, que se arrependeu de fazer isso e tenta voltar atrás.

Durante Cúpula

Brasil assina acordo que acaba com cobrança de roaming em países do Mercosul


Faceapp: aplicativo da moda pode roubar dados que você não imaginava

privacidade

Faceapp: aplicativo da moda pode roubar dados que você não imaginava

Aplicativo é capaz de coletar diversas informações que vão além das fotos. No Brasil, a lei de proteção de dados entrará em vigor em 2020 para impedir o mal uso das informações

Planalto prepara anúncio de privatizações que podem render até R$ 450 bilhões

Plano

Planalto prepara anúncio de privatizações que podem render até R$ 450 bilhões

Renault investirá US$ 144 mi na produção de carros elétricos na China

inovação

Renault investirá US$ 144 mi na produção de carros elétricos na China

Polícia fecha fábrica clandestina de Ferrari e Lamborghini em SC

modelos falsificados

Polícia fecha fábrica clandestina de Ferrari e Lamborghini em SC

Carros falsificados eram produzidos sob demanda, a custo de R$ 180 mil a R$ 250 mil, enquanto um modelo original pode valer até R$ 3 milhões

Subaru terá que descartar mais de 2.100 veículos após grave problema em lote

Problema na solda

Subaru terá que descartar mais de 2.100 veículos após grave problema em lote

No total, 142 Legacy sedan e 1.965 Outback SUV foram afetados pelo problema de solda. A Subaru oferece opção de troca ou recompra do veículo

Confira vagas em concursos públicos com salário de até 31,9 mil

Oportunidades

Confira vagas em concursos públicos com salário de até 31,9 mil

Há oportunidades em concursos públicos para várias áreas de atuação e nível educacional, desde o ensino fundamental até o superior, em diversos estados

Herdeira da Disney diz que funcionários buscam comida no lixo para sobreviver

Crítica

Herdeira da Disney diz que funcionários buscam comida no lixo para sobreviver

Abigail Disney afirmou que se infiltrou um dos parques temáticos depois de receber uma mensagem via rede social de um dos funcionários do local

Bill Gates cai na lista dos homens mais ricos do mundo

fundador da microsoft

Bill Gates cai na lista dos homens mais ricos do mundo

Segundo lugar foi alcançado pelo CEO do conglomerado de marcas de luxo LVMHF, o francês Bernard Arnault, com patrimônio de US$ 108 bilhões


Finanças


Com liquidez baixa, dólar cai com exterior após duas altas seguidas

câmbio

Com liquidez baixa, dólar cai com exterior após duas altas seguidas

Tentativa é de firmar-se em alta, mas queda das ações da Vale limita Ibovespa

mercado financeiro

Tentativa é de firmar-se em alta, mas queda das ações da Vale limita Ibovespa


Artigo

Sem crise para as fintechs

por Olle Widén

por Olle Widén

Sem crise para as fintechs

De 2013 a 2017, o número de usuários de serviços bancários digitais cresceu 32% ao ano, alcançando 118 milhões de clientes. Além disso, 25% dos brasileiros ainda não são bancarizados, de acordo com o Banco Central


Dinheiro e Tecnologia


Musk anuncia progressos da interface para conectar o cérebro e computadores

neuralink

Musk anuncia progressos da interface para conectar o cérebro e computadores

Boeing recebe primeiros pedidos de compra pós-acidente com atrasos da Airbus

Respiro

Boeing recebe primeiros pedidos de compra pós-acidente com atrasos da Airbus

O pedido da IAG vem como retaliação contra os constantes atrasos de entrega da Airbus A320. Para a Boeing, pode ser um respiro para um ano difícil


Internacional


UE abre investigação sobre uso de dados comerciais pela Amazon

segurança

UE abre investigação sobre uso de dados comerciais pela Amazon

Procuradoria solicita julgamento para a Air France por acidente do voo Rio-Paris

acidente ocorreu em 2009

acidente ocorreu em 2009

Procuradoria solicita julgamento para a Air France por acidente do voo Rio-Paris

Homossexuais vão poder doar sangue na França após quatro meses de abstinência sexual

polêmica

polêmica

Homossexuais vão poder doar sangue na França após quatro meses de abstinência sexual

O destino das pedras lunares presenteadas pelos Estados Unidos

50 anos do apollo 11

50 anos do apollo 11

O destino das pedras lunares presenteadas pelos Estados Unidos


Negócios


A revolução Burger King. O primeiro a cuidar de cliente insatisfeito é o CEO

GESTÃO

A revolução Burger King. O primeiro a cuidar de cliente insatisfeito é o CEO

Depois de abrir o capital no fim de 2017 e de manter um crescimento consistente nos últimos meses, a rede de fast food aposta em tecnologia e na gestão do CEO Iuri Miranda para reinar no mercado de alimentação

Gigante da cannabis medicinal chega ao Brasil. 'País está atrasado 40 anos'

Pra não esquecer

Gigante da cannabis medicinal chega ao Brasil. 'País está atrasado 40 anos'

Grandes empresas do setor de cannabis medicinal começam a chegar ao Brasil prontas para investir num mercado que pode se tornar bilionário. Basta as regras do setor ficarem mais claras


Entrevista

'A privatização é mais importante que a Previdência para dar impulso à economia brasileira'

Mark Mobius, sócio e fundador da Mobius Capital Partners

Mark Mobius, sócio e fundador da Mobius Capital Partners

'A privatização é mais importante que a Previdência para dar impulso à economia brasileira'

O gestor de recursos Mark Mobius administra fundo de US$ 200 milhões e diz que as ações brasileiras estão entre as favoritas


Mercado digital


Taboola: plataforma de conteúdo digital já atinge 1,4 bilhão de usuários

Mr. Conteúdo

Taboola: plataforma de conteúdo digital já atinge 1,4 bilhão de usuários

Taboola atinge 1,4 bilhão de pessoas distribuindo notícias e já tem 700 sites parceiros no Brasil

Saiba o que o GPA fez com seu e-commerce, que cresce 85% em 2019

Fórmula omnichannel

Saiba o que o GPA fez com seu e-commerce, que cresce 85% em 2019

Vendas por E-commerce nas redes Extra e Pão de Açúcar crescem 85% e consolidam a estratégia Omnichannel do GPA


Editorial

A reforma possível

por carlos josé marques

por carlos josé marques

A reforma possível

Sem ações adicionais no campo econômico, dificilmente a retomada se dará no ritmo desejado. Existe uma extensa lista de medidas a ser adotada de imediato para a reversão da crise e uma reportagem especial nesta edição trata a fundo o assunto. Quanto ao ânimo em voga no País, é preciso manter o otimismo


Finanças


A XP olha para outras praças

Após sucesso de evento

A XP olha para outras praças

Depois do sucesso de seu seu megaevento para investidores e agentes autônomos em São Paulo, empresa quer levá-lo para todo o Brasil

CVM aumenta fiscalização contra pirâmides financeiras e criptomoedas

Sempre alerta

CVM aumenta fiscalização contra pirâmides financeiras e criptomoedas

CVM intensifica fiscalização sobre pirâmides financeiras, em especial as que envolvem criptomoedas


Economia

O que será do FMI após Lagarde?

Disputa temerosa

Disputa temerosa

O que será do FMI após Lagarde?

Uma temerosa disputa sucessória toma conta do Fundo Monetário Internacional depois que sua diretora-executiva foi nomeada para presidir o Banco Central Europeu


Semana

Cade condena 11 empresas por cartel de trens e metrôs

Resumo dos fatos

Resumo dos fatos

Cade condena 11 empresas por cartel de trens e metrôs

Depois de seis anos de investigação, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou 11 empresas e 42 pessoas por formação de cartel em licitações públicas de trens e metrôs em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio Grande do Sul


Estilo


Do MoMA para o seu escritório

Herman Miller

Do MoMA para o seu escritório

Depois de conquistar um espaço permanente no Museu de Arte Moderna de Nova York, a grife de móveis corporativos Herman Miller investe na produção local para ampliar sua exposição no Brasil

A nova onda do chocolate gourmet

Crescimento do setor

A nova onda do chocolate gourmet

Em um movimento similar ao das cervejas artesanais, o segmento bean to bar projeta forte crescimento no Brasil


Colunas


“A reforma tributária vai aumentar a arrecadação”

Moeda Forte

“A reforma tributária vai aumentar a arrecadação”

Serafim de Abreu Júnior, vice-presidente da IBM América Latina

Bill Gates revela o segredo de Steve Jobs: feitiços

Dinheiro em bits

Bill Gates revela o segredo de Steve Jobs: feitiços

Four Seasons adere às experiências de luxo

Cobiça

Four Seasons adere às experiências de luxo

1,2 trilhão de árvores para conter o aquecimento global

Sustentabilidade

1,2 trilhão de árvores para conter o aquecimento global

Petrobras estimula concorrência no mercado de gás natural

Dinheiro em ação

Petrobras estimula concorrência no mercado de gás natural


Artigo

O transporte dos produtos que consumimos é sustentável?

Por Márcio D’Agosto e Cíntia Machado

Por Márcio D’Agosto e Cíntia Machado

O transporte dos produtos que consumimos é sustentável?


Publieditorial XP Investimentos

Descubra a maior cidade da América Latina

São Paulo

Descubra a maior cidade da América Latina

Facilidade de acesso e variedade de opções de transporte complementam os diferenciais do Centro de Convenções

Saiba como chegar ao Transamerica Expo Center

Mobilidade

Saiba como chegar ao Transamerica Expo Center

Facilidade de acesso e variedade de opções de transporte complementam os diferenciais do Centro de Convenções

Dicas de hospedagem, diversão e serviços próximos ao Transamerica Expo Center

Turismo

Dicas de hospedagem, diversão e serviços próximos ao Transamerica Expo Center


Publieditorial

Inovações na Digital Agro ampliam produção

Digital Agro apresenta:

Digital Agro apresenta:

Inovações na Digital Agro ampliam produção

Entre 11 e 13 de junho, feira voltada à tecnologia no campo vai discutir integração de soluções para aumento de resultados


Artigo

É hora de dar um gás!

Por Milton Rego, presidente da Abal

Por Milton Rego, presidente da Abal

É hora de dar um gás!

"O setor elétrico brasileiro já foi considerado um dos mais eficientes do mundo. Mas isso ficou no passado. O resultado desse desarranjo é que o preço da energia elétrica responde hoje por mais de 60% do custo da etapa primária de produção do alumínio"

Copyright © 2019 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.